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Areia de Urna

Reaper

Urnensand

Bleiche totenhände steigen
Hoch empor im nebelmeer
Tote augen, die dort lauern
Und der nachthimmel ist leer

Kerzen auf die schatten lauern
In der schwarzen erdenschicht
Wo sich alte morsche mauern
Strecken in das mondeslicht

Bleiche totenhände steigen
Hoch empor im nebelmeer
Tote augen, die dort lauern
Und der nachthimmel ist leer

Kerzen auf die schatten lauern
In der schwarzen erdenschicht
Wo sich alte morsche mauern
Strecken in das mondeslicht

Hunderttausende skelette
Krächzen schreien, wimmern laut
In der letzten ruhestätte
Nichts als knochen, tote haut
Schatten kreisen um die steine
Um die bleiche totenhand
Starren sie auf die gebeine
Blut zerrinnt zu urnensand.

Blut zerrinnt zu urnensand.

Areia de Urna

Mãos pálidas de mortos se erguem
Altas no mar de névoa
Olhos mortos que espreitam lá
E o céu noturno está vazio

Velas espreitam as sombras
Na camada de terra negra
Onde velhas paredes podres
Se estendem à luz da lua

Mãos pálidas de mortos se erguem
Altas no mar de névoa
Olhos mortos que espreitam lá
E o céu noturno está vazio

Velas espreitam as sombras
Na camada de terra negra
Onde velhas paredes podres
Se estendem à luz da lua

Centenas de milhares de esqueletos
Gritam, choram, gemem alto
No último descanso
Nada além de ossos, pele morta
Sombras giram em torno das pedras
Em torno da pálida mão de morto
Ficam encarando os ossos
Sangue se transforma em areia de urna.

Sangue se transforma em areia de urna.

Composição: