Sirve de Que
A menudo me pregunto
"por qué tanto luchar?,
"por qué querer saberlo todo?,
"por qué intentar cambiar?.
En busca de la perfección,
si no consigo avanzar, ni puedo parar.
Sirve de qué, el sentimiento aquél... de qué,
yo me noto al revés, de tanto ver mi mundo al revés,
más preguntas ya no me inventaré, no, sirve de qué.
Si de noche me atormento,
me culpo solo a mí,
con la felicidad yo sueño,
me estigmatizo así.
De autodefensa me embriagué,
pero ni me emborraché, ni me desahogué.
Sirve de qué, el sentimiento aquél ... de qué,
sirve de qué, el capricho breve que me daré,
el cansarme de dorarme la piel, no... sirve de qué, sirve de qué.
Busca tu suerte, intenta ser fuerte,
tu conciencia que conteste, le pese a quien le pese.
Sirve de qué, el sentimiento aquél... de qué,
yo me noto al revés, de tanto ver mi mundo al revés,
más preguntas ya no me inventaré, no, sirve de qué.
Ya no quiero saber, sirve de qué.
Serve pra Quê
Às vezes me pergunto
"por que lutar tanto?,
"por que querer saber tudo?,
"por que tentar mudar?.
Em busca da perfeição,
se não consigo avançar, nem posso parar.
Serve pra quê, aquele sentimento... pra quê,
eu me sinto ao contrário, de tanto ver meu mundo de ponta-cabeça,
mais perguntas não vou inventar, não, serve pra quê.
Se à noite eu me atormento,
me culpo só a mim,
com a felicidade eu sonho,
me estigmatizo assim.
De autodefesa eu me embriaguei,
mas nem me embriaguei, nem me desabafei.
Serve pra quê, aquele sentimento... pra quê,
serve pra quê, o capricho passageiro que vou me dar,
me cansar de me queimar ao sol, não... serve pra quê, serve pra quê.
Busque sua sorte, tente ser forte,
que sua consciência responda, doa a quem doer.
Serve pra quê, aquele sentimento... pra quê,
eu me sinto ao contrário, de tanto ver meu mundo de ponta-cabeça,
mais perguntas não vou inventar, não, serve pra quê.
Já não quero saber, serve pra quê.
Composição: Axelle Red / C. Vervoort