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Raphy Mendez

Redimi2

Raphy Mendez

Rafael Mendez.
Alias: Raphy.
Edad: 20 años.
Trabajo: Ninguno.
Estilo de vida: Escuchen...

Se levanta de la cama y asi de sencillo,
Desayuna con el humo de un cigarrillo.
Pasa la mano por su cabeza,
Y su cuerpo le pide una cerveza.
Va caminando hacia la cocina,
Pintando los pulomones con nicotina.
Ysu deseo esta en la nevera,
Y se siente acompañado de una cenicera.
Esta planeando la gran jugada,
Toma el telefono y hace una llamada:

Alo!
si? Con teresa.
Si, ella habla.
Oh, soy yo Raphy.
Oh, loco! Como estas?
Bien, bien.
Me diejron que te compraate un carro nuevo.
Si, si, precisamente, para eso te llamo. A ver
si podemos salir, a dar una vuelta esta noche?
Si no hay ningun problema.
Claro que no.
Entonces, a que hora crees que puedo pasar por ti?
A las ocho te parece?
Si, si, a las ocho esta bien.
Pero recuerda, tienes que llevar de aquello.
Claro mi amor, tu sabes que sin eso yo no salgo.

Pobre Mendez, Raphy Mendez, pobre Mendez,
Solamente de la droga su vida depende.
Lleva varios años haciando lo mismo,
Pero yo se quien puede sacarlo de ese abismo (Jesus).
En el vicio su vida se ahoga,
Solo piensa en alcohol, mujeres y drogas.
Pasan las horas comienza a prepararse,
Faltan diez para las ocho debe marcharse.
Ropa moderna, despues del baño,
Tal y como se lo exije su carro del año.
Se mira en el retrovisor, se siente orgulloso,
Y lleva la droga en el carro lujoso.
Dinero en el bolsillo para la cerveza,
Ahh... Como le gusta Teresa.

Sale casi a la velocidad del viento,
Acelera como un rayo y llega justo a tiempo.
Teresa preparada, ya lo esperaba,
Se monta en la maquina impresionada.
Antes de salir prueban la mercancia,
Tratando de llenar su vida vacia.
La droga empieza a jugar con su mente,
Y salen como locos a buscar su ambiente.
Van a la disco, bailan un breake,
ella se cree una reina y el un rey.
Pasaba la noche y Raphy y Teresa,
Consumian marihuana, coaina y cerveza.
Ahi... Pobre pareja de vagabundos,
Engañados por las cosas que ofrece el mundo.
Tratando de llenar ese vacio profundo,
Y como medio mundo,
Estan moribundos.

Oye Raphy, ya son las tres de la mañana.
Porque no me llevas a mi casa?
Pero si ahora es que se pone bueno el bacilon Teresa.
Porque?
Mira, mira, mira, vamos a hacer algo, te
llevo a mi apto, nos terminamos el material
que queda, y despues te llevo a tu casa.
Bueno, esta bien.
Entonces, vamos.

Raphy vuelve a tomar el volante,
Sale despistado como un loco rodante.
No habia una señal, que respetara,
Teresa se reia y lo miraba (Jajaja).
La policia ve ese carro lujoso,
A tal velocidad que lo cree sospechoso (Bueno).
Y Raphy ve, por el retrovisor,
Unas luces de colores, y pisa el acelerador.
Semaforo en rojo y Raphy prosigue,
Con mucha mas razon la poli lo persigue.
Y se desata una gran persecucion,
Y Raphy drogado iba en tercera dimension (Ohh).
Y de la Lincoln sale de repente,
Un carro capaz de provocar un accidente.
Y Raphy Mendez lo pudo esquivar,
Pero no pudo frenar,
Y choco contra el boulevard.

La policia llama a la ambulancia,
Dos jovenes a punto de morir por su ignorancia.
Y no sabian lo que era cierto,
Que uno de los dos ya estaba muerto.
Una noche de locuras sin medida,
Teresa Perez ha perdido su vida,
No fue el destino, no fue la suerte,
Fue su estilo de vida que la condujo a la muerte.

Que dificil es para la juventud,
Entender,
Que la vida es una luz,
Que en cualquier momento puede apagarse.

Que pena que Teresa Perez,
Al igual qiue muuuchos en el mundo,
Haya muerto sin conocer la verdad.
Por su parte,
Raphy Mendez aun sigue con vida,
Pero en lo poco que quedo de su carro,
La policia encontro las pruebas necesarias
Para enviarlo a la carcel.

Que pasara con Raphy Mendez?
Bueno, si lo quieres saber...
No te pierdas...
La segunda parte, de esta historia.

Raphy Mendez

Rafael Mendez.
Apelido: Raphy.
Idade: 20 anos.
Trabalho: Nenhum.
Estilo de vida: Escutem...

Ele se levanta da cama e assim tão simples,
Café da manhã com a fumaça de um cigarro.
Passa a mão pela cabeça,
E seu corpo pede uma cerveja.
Caminha em direção à cozinha,
Pintando os pulmões com nicotina.
E seu desejo está na geladeira,
E se sente acompanhado de uma cinzeiro.
Está planejando a grande jogada,
Pega o telefone e faz uma chamada:

Alô!
Sim? Com a Teresa.
Sim, sou eu.
Oh, sou eu, Raphy.
Oh, cara! Como você está?
Bem, bem.
Me disseram que você comprou um carro novo.
Sim, sim, exatamente, por isso estou te ligando. Vamos
sair para dar uma volta esta noite?
Se não tiver problema.
Claro que não.
Então, que horas você acha que posso passar por você?
Às oito tá bom?
Sim, sim, às oito tá tranquilo.
Mas lembra, você tem que trazer aquilo.
Claro, meu amor, você sabe que sem isso eu não saio.

Pobre Mendez, Raphy Mendez, pobre Mendez,
Só da droga sua vida depende.
Faz anos que faz a mesma coisa,
Mas eu sei quem pode tirá-lo desse abismo (Jesus).
No vício sua vida se afoga,
Só pensa em álcool, mulheres e drogas.
As horas passam, ele começa a se preparar,
Faltam dez para as oito, ele deve sair.
Roupa moderna, depois do banho,
Do jeito que seu carro do ano exige.
Se olha no retrovisor, se sente orgulhoso,
E leva a droga no carro luxuoso.
Dinheiro no bolso para a cerveja,
Ahh... Como ele gosta da Teresa.

Sai quase na velocidade do vento,
Acelera como um raio e chega bem a tempo.
Teresa pronta, já o esperava,
Entra no carro impressionada.
Antes de sair, testam a mercadoria,
Tentando preencher sua vida vazia.
A droga começa a brincar com sua mente,
E saem como loucos em busca de um ambiente.
Vão para a balada, dançam um break,
Ela se acha uma rainha e ele um rei.
A noite passa e Raphy e Teresa,
Consumiam maconha, cocaína e cerveja.
Aí... Pobre casal de vagabundos,
Enganados pelas coisas que o mundo oferece.
Tentando preencher esse vazio profundo,
E como meio mundo,
Estão moribundos.

Ei Raphy, já são três da manhã.
Por que você não me leva pra casa?
Mas agora que a festa tá boa, Teresa.
Por quê?
Olha, olha, olha, vamos fazer o seguinte, eu
te levo pro meu apê, terminamos o que sobrou,
e depois te levo pra casa.
Bom, tá bom.
Então, vamos.

Raphy volta a pegar o volante,
Sai distraído como um louco rodante.
Não havia sinal que respeitasse,
Teresa ria e o olhava (Haha).
A polícia vê aquele carro luxuoso,
A tanta velocidade que acha suspeitoso (Bom).
E Raphy vê, pelo retrovisor,
Luzes coloridas, e pisa no acelerador.
Semáforo vermelho e Raphy prossegue,
Com muito mais razão a polícia o persegue.
E se inicia uma grande perseguição,
E Raphy drogado ia em terceira dimensão (Ohh).
E de uma Lincoln sai de repente,
Um carro capaz de provocar um acidente.
E Raphy Mendez conseguiu desviar,
Mas não conseguiu frear,
E bateu contra o boulevard.

A polícia chama a ambulância,
Dois jovens prestes a morrer por sua ignorância.
E não sabiam o que era certo,
Que um dos dois já estava morto.
Uma noite de loucuras sem medida,
Teresa Perez perdeu sua vida,
Não foi o destino, não foi a sorte,
Foi seu estilo de vida que a levou à morte.

Que difícil é para a juventude,
Entender,
Que a vida é uma luz,
Que a qualquer momento pode se apagar.

Que pena que Teresa Perez,
Assim como muitos no mundo,
Morreu sem conhecer a verdade.
Por sua parte,
Raphy Mendez ainda está vivo,
Mas no pouco que sobrou de seu carro,
a polícia encontrou as provas necessárias
Para mandá-lo pra cadeia.

O que vai acontecer com Raphy Mendez?
Bom, se você quer saber...
Não perca...
A segunda parte desta história.

Composição: