Era das Máquinas

Regiane Cordeiro

Se na terra tudo planta
E na terra tudo dá
Logo não existem problemas
Água em abundância
Sol e liberdade
Para ser e estar

Estamos perdidos na era das máquinas
Desconectados de nossa essência
É tudo programado pra gente não ver (não, não)
Manipulados sem nem perceber

É preciso trilhar o caminho de volta
Sem perder a coragem e atento aos sinais

Viver e cuidar do que é nosso
Pra ver a beleza no amanhã
Viver e cuidar do que é nosso
E cuidar do que é nosso

O tempo cobra o que a gente faz
De que vale o dinheiro se a alma não tem paz?
É hora de ver, é hora de sentir
A mãe terra clamando pra gente ouvir

Respira, reflete, volta pro teu centro
Sem equilíbrio, nada tem alento

Tanara kahab’xó

A cura vem quando a alma harmoniza
Natureza viva
Tanara kahab’xó

Estamos perdidos na era das máquinas
Desconectados de nossa essência
É tudo programado pra gente não ver
Manipulados sem nem perceber

É preciso trilhar o caminho de volta
Sem perder a coragem e atento aos sinais

Viver e cuidar do que é nosso
Pra ver a beleza no amanhã
Viver e cuidar do que é nosso
E cuidar do que é nosso

Viver e cuidar do que é nosso
Pra ver a beleza no amanhã
Viver e cuidar do que é nosso
Korihé txó dxá’áb mê’á karnẽtu (e cuidar do que é nosso)


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