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Nós Dois

Reinaldo Yiso

Nosotros

Ayer, fue primavera en nuestras vidas,
qué grande fue el cariño de los dos.
Vivíamos sin penas, sin espinas,
dos almas, pero sólo un corazón.
De pronto, la amargura de un reproche
y el cielo de los dos oscureció,
la tibia primavera se hizo noche
y el brillo del orgullo nos cegó.

Nosotros
tanto y tanto nos amamos
y estamos
para siempre separados.
Nosotros
fuimos sólo un corazón,
por el mísero amor propio
nos quedamos sin amor
Nosotros...
hoy lloramos pero es tarde,
sólo fuimos dos cobardes
que cerramos nuestros labios
a la gloria de un perdón.

Después de la tormenta, al encontranos,
plegamos nuestros brazos sin razón.
Pasamos como pasan dos extraños
y adentro se moría el corazón.
Después una muralla de silencio
tu orgullo con mi orgullo levantó,
nos fuimos por caminos sin regreso
y estamos, por orgullo, sin amor.

Ayer, fue primavera en nuestras vidas,
qué grande fue el cariño de los dos.
Vivíamos sin penas, sin espinas,
dos almas, pero sólo un corazón.
De pronto, la amargura de un reproche
y el cielo de los dos oscureció,
la tibia primavera se hizo noche
y el brillo del orgullo nos cegó.

Nosotros
tanto y tanto nos amamos
y estamos
para siempre separados.
Nosotros
fuimos sólo un corazón,
por el mísero amor propio
nos quedamos sin amor
Nosotros...
hoy lloramos pero es tarde,
sólo fuimos dos cobardes
que cerramos nuestros labios
a la gloria de un perdón.

Después de la tormenta, al encontranos,
plegamos nuestros brazos sin razón.
Pasamos como pasan dos extraños
y adentro se moría el corazón.
Después una muralla de silencio
tu orgullo con mi orgullo levantó,
nos fuimos por caminos sin regreso
y estamos, por orgullo, sin amor.

Nós Dois

Ontem, foi primavera em nossas vidas,
quão grande foi o carinho de nós dois.
Vivíamos sem dores, sem espinhos,
duas almas, mas só um coração.
De repente, a amargura de um reproche
e o céu de nós dois escureceu,
a morna primavera virou noite
e o brilho do orgulho nos cegou.

Nós dois
tanto e tanto nos amamos
e estamos
para sempre separados.
Nós dois
fomos só um coração,
pelo miserável amor próprio
ficamos sem amor.
Nós dois...
hoje choramos, mas é tarde,
só fomos dois covardes
que calamos nossos lábios
a glória de um perdão.

Depois da tempestade, ao nos encontrarmos,
abrimos nossos braços sem razão.
Passamos como passam dois estranhos
e por dentro o coração morria.
Depois uma muralha de silêncio
tu orgulho com meu orgulho levantou,
seguimos por caminhos sem volta
e estamos, por orgulho, sem amor.

Ontem, foi primavera em nossas vidas,
quão grande foi o carinho de nós dois.
Vivíamos sem dores, sem espinhos,
duas almas, mas só um coração.
De repente, a amargura de um reproche
e o céu de nós dois escureceu,
a morna primavera virou noite
e o brilho do orgulho nos cegou.

Nós dois
tanto e tanto nos amamos
e estamos
para sempre separados.
Nós dois
fomos só um coração,
pelo miserável amor próprio
ficamos sem amor.
Nós dois...
hoje choramos, mas é tarde,
só fomos dois covardes
que calamos nossos lábios
a glória de um perdão.

Depois da tempestade, ao nos encontrarmos,
abrimos nossos braços sem razão.
Passamos como passam dois estranhos
e por dentro o coração morria.
Depois uma muralha de silêncio
tu orgulho com meu orgulho levantou,
seguimos por caminhos sem volta
e estamos, por orgulho, sem amor.

Composição: