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Levante Sua Voz

Reincidentes

Levanta Tu Voz

Algunos estamos amenazados de muerte
Por nuestra fidelidad desde cuando éramos jóvenes
A la patria, al pueblo, a los trabajadores y a la causa del socialismo

A bordo de este bergantín que siente
Vengo con mi polvorina a vengar este fraude
No sé, quizá ya es demasiado tarde
Pero Putu no se arrodilla, ni aplaude
Alias compañía comprometida, compasiva
Compatible al compatriota rebelde

Rap revolución, real, rua, arriba, rabia, ritmo, revancha
Repítelo, grítalo, epítetos contra esos míseros
El pueblo dormido por sus somníferos
Coca-Cola y cocaína son fructíferos que el país
Donde no hay maíz y bilis
Pero la noticia es la modelo y su cutis
Un oasis en medio tercer juez está en paréntesis
El croquis del cáliz en crisis atrapado en mi viacrucis

Trombosis colectiva, digestivas, tu mente ya está vendida
¿Cuánto costará tu pompis? Lo mismo que el chasis
La máscara o el tapiz que disfrazan de mentiras
Un mundo de matiz gris

Bienvenido a mi metamorfosis
Un brindis por aquellos que casi sobreviven
Que casi escapan del crimen, que casi llenan su sartén
Que casi no duermen en un andén

Y yo no pude escapar del régimen, pero casi
Desgraciadamente preso en mi país
Donde gobierna un presidente nazi
Aun así yo grito que vivan Ernesto
Camilo, Simón y Selassie, Jorge Eliecer
Jaime, Salvador, el sembrador, el constructor
Y el conductor de taxi, Colombia, Bogotá
Latinoamérica, tú, él, ella, nosotros y el compositor de este maxi

Larga vida al rap insubordinado que resiste y su sintaxis
Larga vida al rap insubordinado que resiste y su sintaxis
Su sintaxis

Observa que el camino y en la vida todo puede cambiar, puede cambiar
Levanta tu voz, levanta tu voz
Un minuto de silencio por todos nuestros muertos
Observa que el camino y en la vida todo puede cambiar, puede cambiar
Levanta tu voz, levanta tu voz

Levante Sua Voz

Alguns de nós estamos ameaçados de morte
Por nossa fidelidade desde que éramos jovens
À pátria, ao povo, aos trabalhadores e à causa do socialismo

A bordo deste barco que sente
Vim com minha pólvora pra vingar essa fraude
Não sei, talvez já seja tarde demais
Mas Putu não se ajoelha, nem aplaude
Alias, companhia comprometida, solidária
Compatível com o compatriota rebelde

Rap revolução, real, rua, pra cima, raiva, ritmo, revanche
Repete isso, grita, epítetos contra esses miseráveis
O povo dormindo por seus soníferos
Coca-Cola e cocaína são frutíferos que o país
Onde não há milho e bile
Mas a notícia é a modelo e seu rosto
Um oásis no meio, terceiro juiz está em parênteses
O croqui do cálice em crise, preso no meu viacrucis

Trombose coletiva, digestivas, sua mente já está vendida
Quanto custará sua bunda? O mesmo que o chassi
A máscara ou o tapete que disfarçam de mentiras
Um mundo de matiz cinza

Bem-vindo à minha metamorfose
Um brinde àqueles que quase sobrevivem
Que quase escapam do crime, que quase enchem sua panela
Que quase não dormem em um ponto de ônibus

E eu não consegui escapar do regime, mas quase
Infelizmente preso no meu país
Onde governa um presidente nazista
Ainda assim eu grito que vivam Ernesto
Camilo, Simón e Selassie, Jorge Eliecer
Jaime, Salvador, o semeador, o construtor
E o motorista de táxi, Colômbia, Bogotá
América Latina, você, ele, ela, nós e o compositor deste maxi

Longa vida ao rap insubordinado que resiste e sua sintaxe
Longa vida ao rap insubordinado que resiste e sua sintaxe
Sua sintaxe

Observe que o caminho e na vida tudo pode mudar, pode mudar
Levante sua voz, levante sua voz
Um minuto de silêncio por todos os nossos mortos
Observe que o caminho e na vida tudo pode mudar, pode mudar
Levante sua voz, levante sua voz

Composição: Reincidentes