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Niños de Conflicto

Reincidentes

Letra

Crianças em Conflito

Niños de Conflicto

É a história de um menino que tentaEs la historia de un niño que trata
Mas a vida não é fácil pra elePero la vida no le es grata
Principalmente se for alguémSobre todo si se trata de alguien
Que desconta suas frustraçõesQue maltrata sus frustraciones
Retratando nos muros dessa avenida ingrataRetrata sobre los muros de esta avenida ingrata

Por trás de seus olhos negros, algo se tramaTras sus ojos negros algo trama
Liberar seu trauma e fumaLiberar su trauma y fuma
Sua língua é espumaSu lengua es espuma
Sua dor se esvaiSu dolor se esfuma
Pintura e caneta, único testemunha e confidentePintura y pluma único testigo y confidente
A Lua o apoiaLo avala la Luna

O vento ruge, a bruma aplaudeEl viento brama, lo aplaude la bruma
Obra finalizadaObra concluida
Uma parede ganhou vida e foi esculpidaCobró vida una pared y fue esculpida
Mesmo assim, o céu cuspia vingança em forma de chuvaAún así el cielo escupía venganza en forma de lluvia
Então o menino monta seu guarda-chuva que se junta com salivaLuego el niño arma su sombrilla que se ensambla con saliva
Acende um fósforo e a noite brilha de novoEnciende una cerilla y la noche de nuevo brilla

Bem-vindo ao país das maravilhasBienvenido al país de las maravillas
Onde as costelas fazem cócegasDonde las costillas hacen cosquillas
Colômbia e suas gangues, sua máfia e sua guerrilhaColombia y sus pandillas, su mafia y su guerrilla
Eu e minhas brigas, meus joelhos raladosYo y mis riñas, mis raspadas rodillas
Por andar em cunclilhas desviando de pontasPor andar en cunclillas esquivando puntillas

O menino sofre e range os dentesEl niño sufre y rechina sus dientes
Está impaciente e ele é só um pacienteEstá impaciente y él solo es un paciente
Que encontra seu escape em drogasQue encuentra su pase en estupefacientes
Que clamam por clemência e cravam sua vida em uma cloacaQue te exclaman clemencia y clavan su vida en una cloaca
Claro, claro, caracóis voam em cravosClaro, claro es caracoles vuelan en claveles
Pegue-os, abra suas asas, afine suas amígdalas e cuspa balasAtrápalas, abre tus alas, afina tus amígdalas y escupe balas

Mas o menino sem carinho pelas coisas ruins voltaPero el niño sin cariño a las cosas malas vuelve
Se envolve em chamasSe envuelve en llamas
E talvez dessa vez não volteY esta vez quizás no vuelva
Fecha os olhos e voa nas teias de uma estrelaCierra los ojos y vuela las telas de una estrella
Ou na cera de uma vela você encontraráO en la cera de una vela encontraras
O segredo que te revelaEl secreto que te desvela

A rua escola deixou marcas de esporas no nosso meninoLa calle escuela dejó marcas de espuelas en nuestro niño
Seu sim ou não pesou, por isso nunca teve um beijoSu ese o ese no pesó, por eso nunca tuvo un beso
Nem um abraço, nem um: Te quero, parceiroNi un abrazo, ni un: Te quiero, parcero
Vamos, menino da esquina, eu te esperoVamos, niño de la esquina, yo te espero
Vamos, menino da esquina, eu te esperoVamos, niño de la esquina, yo te espero

Menino da esquina, eu te esperoNiño de la esquina, yo te espero
Que o barco da vida vai zarparQue el barco de la vida va a zarpar
Menino da esquina, eu te esperoNiño de la esquina, yo te espero
Que o barco da vida vai zarparQue el barco de la vida va a zarpar
Menino da esquina, eu te esperoNiño de la esquina, yo te espero
Que o barco da vida vai zarparQue el barco de la vida va a zarpar
Menino da esquina, eu te esperoNiño de la esquina, yo te espero
Que o barco da vida vai zarparQue el barco de la vida va a zarpar

É a história de uma menina que perdeu seu rumoEs la historia de una niña que perdió su norte
Não importa como se comporteNo importa cómo se comporte
Sempre cercada por galãs de porteA su entorno, siempre rodeada por galanes de porte
Sexo por esporteSexo por deporte
Passaporte direto pro próprio suportePasaporte directo al soporte propio
Anorexia e ópioAnorexia y opio
Não esperei o inesperado em suas trompas de FalópioNo esperé lo inesperado en sus trompas de Falopio
E um sonho que não se realizouY un sueño que no cumplió

Apologia ao desperdícioApología al desperdicio
A vida da nossa menina e seus víciosLa vida de nuestra niña y sus vicios
Atrapada em seus próprios malefíciosAtrapada en sus propios maleficios
Nesta selva de prédiosDe esta selva de edificios

Bogotá, cidade, a terra do desvarioBogotá, ciudad, la tierra del desquicio
Gustativas, papilas, sorrisos, pupilas dilatadasGustativas, papilas, sonrisas, dilatadas pupilas
São as consequências do trabalhoSon gajes del oficio

Cupidos da noite a tiram do eixoCupidos de la noche la sacan de quicio
Usuários de carteiras a serviçoUsuarios de pupitres al servicio
De um pétalo amaldiçoado que os controlaDe un pétalo maldito que los controla

É nossa menina sozinhaEs nuestra niña sola
Sua pele bronzeada pela luz das lâmpadasSu piel bronceada por la luz de las farolas
Aspira e dá um gole de Coca-ColaAspira y un buche de Coca Cola
Pra aproveitar a comédiaPara disfrutar de la comedia

Até o meio-dia, fumaça densaHasta el mediodía humo espeso
Como uma melodia dança em sua misériaComo melodía danza en su miseria
E o que seria de sua vida sem tragédiasY que sería de su vida sin tragedias
Como essas, você fede, incomodaComo estas, apestas, molestas
A menina não se lembra da última vez queLa niña no recuerda la última vez que
Alguém perguntou: Como você está?Alguien le preguntó: ¿Cómo estás?
Bem, obrigadaBien, gracias
Em troca disso, criminosos de uniformes policiaisA cambio de esto criminales de uniformes policiales
Lançam gásLe lanzan gas
Por trás das massas há mais que clones com queixasTras las masas hay más que clones con quejas
Cílios, olhos e sobrancelhas queimadasPestañas, ojos y quemadas cejas
Picadas de abelha vestidas de gravataPicaduras de abeja vestidas con corbata
Não são sons de tambores de lataNo son sonidos de tambores de hojalata
São tirosSon disparos

O barco se chocou porque não havia luz nos faróisEl barco se estrelló porque no había luz en los faros
Pra nossa menina sem abrigo, a vida dói muitoA nuestra niña sin amparo la vida le duele mucho
Me parte o coração ver seus lábios como um serroteMe parte el corazón ver sus labios como un serrucho

E até acabar o último cartucho da minha canetaY hasta no acabar el último cartucho de mi esfero
Menina da esquina, eu te esperoNiña de la esquina, yo te espero
Menina da esquina, eu te esperoNiña de la esquina, yo te espero
Menina da esquina, eu te esperoNiña de la esquina, yo te espero
Que o barco da vida vai zarparQue el barco de la vida va a zarpar
Menina da esquina, eu te esperoNiña de la esquina, yo te espero
Que o barco da vida vai zarparQue el barco de la vida va a zarpar
Vai zarpar, vai, vai, vaiVa a zarpar, va, va, va

Dedicado especialmente a todas as meninas e meninosDedicado especialmente a todas las niñas y los niños
Nos vilarejos, montanhas e calçadas colombianasEn los pueblos, montañas y aceras colombianas
Por vocês lutamosPor ustedes luchamos


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