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Marés de Inverno

Remembrance

Winter Tides

Across the high barren moors
Searching for some living
For signs of an early spring
This is the end of all

We evolve in a maze
In every winter
And lose all distinction

Of our fears, of their lies
In the Winter Tides
We let ourselves die

Our visions of hope are endless, in the shelter we create
Now in the winter tides, we let ourselves die

We're falling
We're falling...
In the Winter Tides, we let ourselves die
The gods we are praying
A mantra lost in a river asleep
Another veiled betrayal
What remains is our constant fear
The frost covers our shields
And our visions tremble

We witness the valleys
Embracing each dying leave
One by one, falling
Such a Leitmotiv of final end

Marés de Inverno

Atravessando os altos e áridos charcos
Procurando por algo vivo
Por sinais de uma primavera precoce
Este é o fim de tudo

Evoluímos em um labirinto
Em cada inverno
E perdemos toda a distinção

De nossos medos, de suas mentiras
Nas Marés de Inverno
Deixamos-nos morrer

Nossas visões de esperança são infinitas, no abrigo que criamos
Agora, nas marés de inverno, deixamos-nos morrer

Estamos caindo
Estamos caindo...
Nas Marés de Inverno, deixamos-nos morrer
Os deuses a quem estamos rezando
Um mantra perdido em um rio adormecido
Outra traição velada
O que resta é nosso medo constante
A geada cobre nossos escudos
E nossas visões tremem

Assistimos aos vales
Abraçando cada folha que morre
Uma a uma, caindo
Tal um Leitmotiv de um fim definitivo

Composição: Carline Van Roos / Remembrance