Amando amando
Amando amando,
Mi domando, dove andrò…
Amando amando,
Mi difendo, però…
Troppe rinunce, amando .
Certezze, quasi mai…
E son cresciuto,
Amando amando,
A modo mio… Anch'io !
Decisamente più prudente,
Molto meno incosciente,
Questo amare,
Che non ha alternative,
Più lo scacci dai pensieri, più vive !
Si nasce già con questa vocazione,
Amando fino a non poterne più !
Tu cambi letto…
Ma che sei salvo, certo non è detto…
Amando poi,
Tranquilli, non si vive mai !
Amando amando,
Ti spacca il cuore…
Se è per vendetta, o per vigliaccheria !
Sentirsi in trappola, senza parole…
Finisci per non appartenerti più !
Quel naufrago sei tu…
Amando Amando,
Sto imparando, la lealtà… E già !
Non oso più prevaricare,
Sconfinare, io no !
Lusinghe e tradimenti,
Rischiare !? Perché no…
Amando Amando,
Cè più mondo,
Intorno a te, dentro te !
È un'abitudine che in fondo,
Si va perdendo,
Nei commerci e nella fragilità,
Nell'ambiguità di un losco disegno…
Amando Amando, che non sia un dovere !
Una catena a questa fantasia…
Gioco sottile,
Oblio dei sensi, voglia di potere…
Ingenuità !
Amando, il male che si fa !
Eppure amando, ci si può salvare…
Riabilitare quella dignità !
È terra persa da riconquistare…
Senti più forza nelle braccia, tu…
Quel naufrago, non sei più !
Amando, Amando, Amando !
Amando, Amando, Amando
Amando, amando
Amando, amando,
Eu me domo, pra onde vou…
Amando, amando,
Eu me defendo, mas…
Muitas renúncias, amando.
Certezas, quase nunca…
E eu cresci,
Amando, amando,
Do meu jeito… Eu também!
Decididamente mais prudente,
Muito menos inconsequente,
Esse amor,
Que não tem alternativas,
Quanto mais você afasta os pensamentos, mais ele vive!
A gente já nasce com essa vocação,
Amando até não aguentar mais!
Você troca de cama…
Mas se você tá salvo, isso não é certeza…
Amando então,
Tranquilo, nunca se vive!
Amando, amando,
Te parte o coração…
Se é por vingança, ou por covardia!
Sentir-se preso, sem palavras…
Acaba não pertencendo mais a si mesmo!
Aquele náufrago é você…
Amando, amando,
Estou aprendendo, a lealdade… E já!
Não me atrevo mais a prevalecer,
Invadir, eu não!
Lisonjas e traições,
Arriscar!? Por que não…
Amando, amando,
Tem mais mundo,
Ao seu redor, dentro de você!
É um hábito que, no fundo,
Vai se perdendo,
Nos negócios e na fragilidade,
Na ambiguidade de um plano escuso…
Amando, amando, que não seja um dever!
Uma corrente a essa fantasia…
Jogo sutil,
Esquecimento dos sentidos, vontade de poder…
Ingenuidade!
Amando, o mal que se faz!
E ainda assim, amando, dá pra se salvar…
Reabilitar essa dignidade!
É terra perdida a ser reconquistada…
Sente mais força nos braços, você…
Aquele náufrago, não é mais!
Amando, amando, amando!
Amando, amando, amando!