Sombras
Lunes gris, medianoche
El ruido del silencio es un puñal
Los árboles golpean mi ventana
Y un sueño más se irá sin pestañear
Uh, solo es una sensación
Uh, son retazos del dolor
Hoy volverá a salir el Sol
Uh, sin tu sombra entre los dos
Amaneció y las horas que perdí ya no vuelven
La calle está esperándome llegar
El viento grita de frente y yo no escucho tu nombre
No me enseñaste a perdonar
Nacemos tristes y morimos tristes
El garabato de la lluvia nos conduce
Hasta el hogar, destino que siempre has sido
Tristeza enamorada y clandestina
Y allí rodeada de tus frágiles dogmas
De tus lágrimas secas
De tu siglo de sueños
Nos abrazás como anticipo del placer
Uh, solo es una sensación
Uh, son retazos del dolor
Hoy volverá a salir el Sol
Uh, sin tu sombra entre los dos
Sombras
Segunda-feira cinza, meia-noite
O barulho do silêncio é como uma faca
As árvores batem na minha janela
E mais um sonho vai embora sem piscar
Uh, é só uma sensação
Uh, são pedaços da dor
Hoje o Sol vai voltar a brilhar
Uh, sem a sua sombra entre nós dois
Amanheceu e as horas que perdi não voltam mais
A rua está me esperando chegar
O vento grita de frente e eu não escuto seu nome
Você não me ensinou a perdoar
Nascemos tristes e morremos tristes
O rabisco da chuva nos guia
Até o lar, destino que sempre foi seu
Tristeza apaixonada e clandestina
E ali cercada pelos seus frágeis dogmas
Das suas lágrimas secas
Do seu século de sonhos
Nos abraça como um presságio do prazer
Uh, é só uma sensação
Uh, são pedaços da dor
Hoje o Sol vai voltar a brilhar
Uh, sem a sua sombra entre nós dois