Hijos de La Democracia
Ruego, se pueda interpretar
una actitud, una inquietud, un no sé qué
lejos del rojo Panfletar
mi juventud, es gratitud de lo que ve.
Y mi voz está
como el eco en las montañas
repitiendo de atrás
Cielos, que amparan al cambiar
no tiene sol, no tiene flor, nadie los quiere ver
no amanecerá,
el honor no fuè a batalla
volvemos al final.
Remos, el arca a naufragar
el animal se salvará contraten a Noé
viene la ciudad
con alambre e pua,
se te guía el sufragar
y la honorabilidad
ella dice que se apea.
Desde una heroína hasta una boina no hay un paso que dar
y el buzón de sugerencias no le cabe una más
cemento en ruinas será la sordina del tiempo a narrar
polución de exigencia hasta para hablar.
Pueblo, soy para refractar
una actitud, una inquietud, un no sé qué
lejos del rojo reflejar
mi juventud es gratitud de lo que es.
Y mi voz está
como sol de madrugada
que se quiere acostar
Sendos, conciertos oirán
detrás del Si, detrás del Mi, los que no saben leer.
Porque la verdad es como la garúa
que empapa sin mojar
hasta la sequedad
que mora en tus ideas.
En el mundo aspirina hay un rey que domina que solo sabe cobrar
necesita la creencia de que existe algo más
aviso ala concurrencia a él le gusta tentar
hagan la diligencia pa poderlo arrestar.
Cemento en ruinas será la sordina del tiempo a narrar
polución de exigencias hasta para hablar
Y de nuevo entonces libraré; mis palabras
y en nuevas semillas me convertiré; para el que labra
y de nuevo entonces morderé; al perro que ladra.
No quiero irme sin ver a mi generación
en ruta hacia el poder
en viajes de razón.
Filhos da Democracia
Rogo, que se possa interpretar
uma atitude, uma inquietação, um não sei quê
longe do vermelho Panfletar
minha juventude, é gratidão do que vê.
E minha voz está
como o eco nas montanhas
repetindo de trás
Céus, que amparam ao mudar
não tem sol, não tem flor, ninguém quer ver
não amanhecerá,
o honor não foi à batalha
voltamos ao final.
Remos, a arca a naufragar
o animal se salvará, contratem Noé
vem a cidade
com arame e ponta,
te guia o sufragar
e a honorabilidade
ele diz que se apeia.
De uma heroína até uma boina não há um passo a dar
e a caixa de sugestões não cabe mais uma
cimento em ruínas será a surdez do tempo a narrar
poluição de exigências até para falar.
Povo, sou para refratar
uma atitude, uma inquietação, um não sei quê
longe do vermelho refletir
minha juventude é gratidão do que é.
E minha voz está
como sol de madrugada
que quer se deitar
Ambos, concertos ouvirão
detrás do Si, atrás do Mi, os que não sabem ler.
Porque a verdade é como a garoa
que empapa sem molhar
até a secura
que mora em suas ideias.
No mundo aspirina há um rei que domina que só sabe cobrar
precisa da crença de que existe algo mais
aviso à concorrência, a ele gosta de tentar
façam a diligência pra poder prendê-lo.
Cimento em ruínas será a surdez do tempo a narrar
poluição de exigências até para falar
E de novo então libertarei; minhas palavras
e em novas sementes me tornarei; para quem labuta
e de novo então morderei; o cachorro que ladra.
Não quero ir embora sem ver minha geração
em rota para o poder
em viagens de razão.