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Era da Iniquidade

Revocation

Age Of Iniquity

The dead city of men
Rises against a blackened sky
Rancid cancerous flesh,
The scent of decay where afflicted lie.
Radiation -
The blaze of sun shears through the clouds
Ripping torment -
In polluted wastes mutations abound.
Soul-sick men, barred from reason,
Perverted beyond consciousness,
Deranged, no longer rational,
Deluded fools filled with ignorance
Animal instincts
Irreconciled with mental constructs
Dual existence,
Entangled in self-conflict
Immersed in sickness
I scream my disgust in a deafened void.
Overcome with weakness,
Stifled by the poison of corporate lords.
Driven into deprivation,
Tortured son of a bastard nation.
Unrestrained industrialization
Self assures destruction.
Trapped in a colossal labyrinthine citadel,
All else has ceased to exist.
Frenzied, frantic, violent, panicked
Succumbed to hopelessness.

Era da Iniquidade

A cidade morta dos homens
Se ergue contra um céu enegrecido
Carne cancerosa e podre,
O cheiro de decomposição onde os aflitos jazem.
Radiação -
O brilho do sol corta as nuvens
Rasgando tormento -
Em lixos poluídos, mutações abundam.
Homens doentes de alma, barrados da razão,
Pervertidos além da consciência,
Desvairados, já não racionais,
Tolos iludidos cheios de ignorância
Instintos animais
Irreconciliáveis com construções mentais
Existência dual,
Enredados em conflito interno
Imersos na doença
Eu grito meu nojo em um vazio ensurdecedor.
Dominado pela fraqueza,
Sufocado pelo veneno dos senhores corporativos.
Impulsionado à privação,
Filho torturado de uma nação bastarda.
Industrialização desenfreada
Assegura a destruição própria.
Preso em uma colossal cidadela labiríntica,
Todo o resto deixou de existir.
Frenético, frenético, violento, em pânico
Sucumbido à desesperança.

Composição: