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Um Réquiem Para os Perdidos

Revolting Breed

A Requiem For The Lost

Walking among countless eyes unseen
Nails of wrath, guilts for the weak
Remorses drown in peaceful demonstrations
Lack of shame, untold confessions

Tragedy, life's absence logic unheard
This isn't death, nor human loss
No, no greef, no tears, no sympathy sold
The feast of sick desires drown in blood

Eyes that have imprisoned all fear
Screams leading the way, death's parade
Tears unumbered, the beast must be fed
Dreams died for the price to be paid

No pain, no fear just bleeding
Standing against the wall of my truth
No struggle, no fight
Collapsing all the predefined ways

Crashing down into mirrors
Reflecting untold obsessions
Words always told, acts never done
Betrayal of my own conscience

Tragedy, life's absence logic unheard
This isn't death, nor human loss
No, no greef, no tears, no sympathy sold
The feast of sick desires drown in blood

Walking among countless eyes unseen
Nails of wrath, guilts for the weak
Remorses drown in peaceful demonstrations
Lack of shame, untold confessions

Flesh among ruins, bodies still hugged
This is the world born from your vision
Nations destroyed drown in fire and smoke
Lies lay between scattered body parts

In need for expression, in search for the truth
Excuses for being a part, a cause
Temporary acts of relaxation, an alibi
Until you start to embrace social fatigue

Running away, fleeing, escaping
Hunted again
Mind disobedience, aversion, disgust
Retaliate apathy, renouncing your ways

Tragedy, life's absence logic unheard
This isn't death, nor human loss
No, no greef, no tears, no sympathy sold
The feast of sick desires drown in blood [once more]

Acceptance of life in pure form
Breaking through walls guiding to noact
Declarating myself that he's free of him
[Drown in the silence of solitude]

Eyes that have imprisoned all fear
Screams leading the way, death's parade
Tears unumbered, the beast must be fed
Dreams died for the price to be paid

Um Réquiem Para os Perdidos

Andando entre olhos invisíveis
Unhas de ira, culpas para os fracos
Remorsos se afogam em manifestações pacíficas
Falta de vergonha, confissões não contadas

Tragédia, a lógica da vida ausente não ouvida
Isso não é morte, nem perda humana
Não, não há luto, não há lágrimas, não há simpatia vendida
A festa de desejos doentios se afoga em sangue

Olhos que aprisionaram todo medo
Gritos abrindo caminho, o desfile da morte
Lágrimas incontáveis, a besta deve ser alimentada
Sonhos morreram pelo preço a ser pago

Sem dor, sem medo, apenas sangrando
De pé contra a parede da minha verdade
Sem luta, sem briga
Desmoronando todos os caminhos pré-definidos

Desmoronando em espelhos
Refletindo obsessões não contadas
Palavras sempre ditas, atos nunca realizados
Traição da minha própria consciência

Tragédia, a lógica da vida ausente não ouvida
Isso não é morte, nem perda humana
Não, não há luto, não há lágrimas, não há simpatia vendida
A festa de desejos doentios se afoga em sangue [mais uma vez]

Andando entre olhos invisíveis
Unhas de ira, culpas para os fracos
Remorsos se afogam em manifestações pacíficas
Falta de vergonha, confissões não contadas

Carne entre ruínas, corpos ainda abraçados
Este é o mundo nascido da sua visão
Nações destruídas se afogam em fogo e fumaça
Mentiras jazem entre partes de corpos espalhadas

Em busca de expressão, em busca da verdade
Desculpas por ser parte, uma causa
Atos temporários de relaxamento, um álibi
Até você começar a abraçar a fadiga social

Fugindo, escapando, correndo
Caçado novamente
Desobediência mental, aversão, nojo
Retaliação da apatia, renunciando seus caminhos

Tragédia, a lógica da vida ausente não ouvida
Isso não é morte, nem perda humana
Não, não há luto, não há lágrimas, não há simpatia vendida
A festa de desejos doentios se afoga em sangue [mais uma vez]

Aceitação da vida em sua forma pura
Romper paredes que não levam a nada
Declarando a mim mesmo que ele está livre dele
[Afogar-se no silêncio da solidão]

Olhos que aprisionaram todo medo
Gritos abrindo caminho, o desfile da morte
Lágrimas incontáveis, a besta deve ser alimentada
Sonhos morreram pelo preço a ser pago