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O Arcão

Revolución Ñandú

El Arcón

Escribí mis sueños en canción
A la sombra de la espera
Son las penas de los versos del amor
Que me ahorcan sin la cuerda

Siempre que se vuelve a amanecer
Se amanece con más fuerza
Caen todos los gualichos del ayer
Con tan solo inclinar la cabeza

Si vos estás, yo me escapo de esta prisión
Las flores negras cambiarán de funeral
Y ahí nomás, agarro el fuelle del arcón de los adiós
Y yo sé que no volverá a pasar
Y yo sé que no volverá a pasarme nunca más

Volví a nacer para cambiar mi piel
Dejar la nostalgia en otra era
Solo alcanza con besar los pies
Para recoger las siembras

Si vos estás, yo me escapo de esta prisión
Las flores negras cambiarán de funeral
Y ahí nomás, agarro el fuelle del arcón de los adiós
Y yo sé que no volverá a pasar
Y yo sé que no volverá a pasar
Y yo sé que no volverá a pasarme nunca más
¡Núnca más! ¡Núnca más!

Y yo sé que no volverá a pasar
Y yo sé que no volverá a pasar
Yo sé que no volverá a pasarme nunca más

O Arcão

Escrevi meus sonhos em canção
À sombra da espera
São as dores dos versos do amor
Que me sufocam sem corda

Sempre que amanhece de novo
Vem com mais força
Caem todos os feitiços do passado
Só de inclinar a cabeça

Se você está aqui, eu fujo dessa prisão
As flores negras vão mudar de funeral
E logo em seguida, pego o fole do arcão das despedidas
E eu sei que não vai acontecer de novo
E eu sei que não vai acontecer comigo nunca mais

Voltei a nascer pra mudar minha pele
Deixar a nostalgia em outra era
Basta beijar os pés
Pra colher as semeaduras

Se você está aqui, eu fujo dessa prisão
As flores negras vão mudar de funeral
E logo em seguida, pego o fole do arcão das despedidas
E eu sei que não vai acontecer de novo
E eu sei que não vai acontecer
E eu sei que não vai acontecer comigo nunca mais
Nunca mais! Nunca mais!

E eu sei que não vai acontecer de novo
E eu sei que não vai acontecer
Eu sei que não vai acontecer comigo nunca mais

Composição: Laureano Martin Carusi