No Me Acostumbro
Mirando cosas viejas, hallé un poema
En una servilleta, casi borrado
Eran sólo unas líneas, era mi letra
Estaba dedicado, a la mujer que amo
Los versos eran tristes y mal logrados
Pero eran un reflejo de aquellos años
Los años mas terribles que me han pasado
Y mientras los leía, me ahogaba en llanto
No me acostumbro no, no me acostumbro
Todavía al acostarme la recuerdo
Y al despertar amor, tiemblo de miedo
Al descubrir que sólo estaba en mi sueño
No me acostumbro no, no me acostumbro
Hice mil cosas para comenzar de nuevo
Dejé de frecuentar amigos en común
Pero me siento que estoy preso en aquel tiempo
Mirando cosas viejas, hallé una foto
En ella se veía, besando mis ojos
Quisiera ahora cerrarlos y sentir lo mismo
Después de tanto tiempo, hoy pido poco
No me acostumbro no, no me acostumbro
Todavía al acostarme la recuerdo
Y al despertar amor, tiemblo de miedo
Al descubrir que sólo estaba en mis sueños
No me acostumbro no, no me acostumbro
Hice mil cosas para comenzar de nuevo
Dejé de frecuentar amigos en común
Pero me siento que estoy preso en aquel tiempo
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
Como un loco hice mil cosas
Para comenzar de nuevo
Probé mil rutas todas dan a ti
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
No no no, no se olvidar
Tu recuerdo en mi memoria
Y como yo lo quiero yo lo dejo ahí
(No me acostumbro), que no, (no se vivir sin ti)
Y te repito que no puedo acostumbrarme
Que no daría al despertarme
Y que estuvieras conmigo aquí
No me acostumbro, ja
No puedo, no puedo
(No sé vivir sin ti)
Es que cuando el amor
Se siente así tan dentro
Se le convierte en un infierno al corazón
(No me acostumbro, no se vivir sin ti)
Esta soledad me está acabando, me está matando
Y en el silencio extraño tu voz
(No me acostumbro), no no, (no se vivir sin ti)
No soy libre porque me siento que estoy preso en aquel tiempo
Não Me Acostumo
Olhando coisas antigas, encontrei um poema
Em um guardanapo, quase apagado
Eram só algumas linhas, era minha letra
Estava dedicado, à mulher que amo
Os versos eram tristes e mal escritos
Mas eram um reflexo daqueles anos
Os anos mais terríveis que já passei
E enquanto os lia, me afogava em lágrimas
Não me acostumo não, não me acostumo
Ainda ao deitar, me lembro dela
E ao acordar amor, tremo de medo
Ao descobrir que só estava no meu sonho
Não me acostumo não, não me acostumo
Fiz mil coisas pra recomeçar
Deixei de ver amigos em comum
Mas sinto que estou preso naquele tempo
Olhando coisas antigas, encontrei uma foto
Nela se via, beijando meus olhos
Queria agora fechá-los e sentir o mesmo
Depois de tanto tempo, hoje peço pouco
Não me acostumo não, não me acostumo
Ainda ao deitar, me lembro dela
E ao acordar amor, tremo de medo
Ao descobrir que só estava nos meus sonhos
Não me acostumo não, não me acostumo
Fiz mil coisas pra recomeçar
Deixei de ver amigos em comum
Mas sinto que estou preso naquele tempo
(Não me acostumo, não sei viver sem ti)
Como um louco fiz mil coisas
Pra recomeçar
Tentei mil caminhos, todos levam a ti
(Não me acostumo, não sei viver sem ti)
Não não não, não sei esquecer
Teu lembrete na minha memória
E como eu quero, eu deixo assim
(Não me acostumo), que não, (não sei viver sem ti)
E te repito que não consigo me acostumar
Que não daria ao acordar
E que você estivesse comigo aqui
Não me acostumo, ha
Não posso, não posso
(Não sei viver sem ti)
É que quando o amor
Se sente assim tão dentro
Se torna um inferno pro coração
(Não me acostumo, não sei viver sem ti)
Essa solidão tá me acabando, tá me matando
E no silêncio eu sinto falta da sua voz
(Não me acostumo), não não, (não sei viver sem ti)
Não sou livre porque sinto que estou preso naquele tempo