Errores
Hoy que parece lunes
Que aún alunado tengo que decir sí
Amanecí con un no
Un no contrariado
Un no terco, nublado
Frío, como si no existiera el Sol
Hoy como un mazo mal barajado
No seguí la misma jugada
Esperando distintos resultados
Puse música, lo vi a tiempo
Me hice cargo, me encontré cantando
Y al pasado, aprendido sí
Al pasado bien pisado
Si no se rompe, no lo repares
Si ves el quiebre, no lo podés mover
De nada valen vuelos mentales
Si no se puede, si no hay con qué aprender
Perduran males y otras verdades
De dos mitades que desconozco
Hay dos versiones, vienen en pares
Unas de afuera, otras de adentro
Dispuesto a no ceder ni desaparecer
Parecería ser normal
Respuesta mínima para recuperar
Cuando no hay música, no hay alma
Si no es por mí
Errores no aprendería solo con mirar
Y mirar a los hombres pisando a otros hombres
Para al fin llegar a un paraíso
Pobre la maravilla, él bajara sin culpas
Prefiero esta vida, es muy fugaz
Yo me quemo
Con lo puesto y sin nada más
He cruzado los siete mares
Con lo puesto y sin nada más
He llegado hasta aquí
Mi respeto me valida
Manifiesto de mis remares
Con lo opuesto a la vanidad
He llegado
Si no es por mí
Errores no aprendería solo con mirar
Y mirar a los hombres pisando a otros hombres
Para al fin llegar
A un paraíso
Pobre la maravilla, el puto bajara sin culpas
Prefiero esta vida, es muy fugaz, nena
(Me quema)
Dispuesto a no ceder ni desaparecer
Parecería ser mortal
Respuesta a mi nivel para recuperar
Cuando no hay música, no hay alma
Con lo puesto y sin nada más
He cruzado los siete mares
Con lo puesto y sin nada más
He llegado hasta aquí
Uuh
Erros
Hoje que parece segunda
Que ainda meio perdido tenho que dizer sim
Acordei com um não
Um não contrariado
Um não teimoso, nublado
Frio, como se o Sol não existisse
Hoje como um baralho mal embaralhado
Não segui a mesma jogada
Esperando resultados diferentes
Coloquei música, vi a tempo
Assumi a responsabilidade, me peguei cantando
E ao passado, aprendi sim
Ao passado bem pisado
Se não se quebra, não conserta
Se vê a rachadura, não pode mover
De nada valem voos mentais
Se não dá, se não tem como aprender
Persistem males e outras verdades
De duas metades que desconheço
Tem duas versões, vêm em pares
Umas de fora, outras de dentro
Disposto a não ceder nem desaparecer
Pareceria ser normal
Resposta mínima para recuperar
Quando não há música, não há alma
Se não for por mim
Erros não aprenderia só de olhar
E olhar os homens pisando em outros homens
Para enfim chegar a um paraíso
Pobre maravilha, ele descerá sem culpas
Prefiro esta vida, é muito fugaz
Eu me queimo
Com o que tenho e sem nada mais
Cruzei os sete mares
Com o que tenho e sem nada mais
Cheguei até aqui
Meu respeito me valida
Manifesto dos meus remares
Com o oposto da vaidade
Cheguei
Se não for por mim
Erros não aprenderia só de olhar
E olhar os homens pisando em outros homens
Para enfim chegar
A um paraíso
Pobre maravilha, o filho da puta descerá sem culpas
Prefiro esta vida, é muito fugaz, menina
(Me queima)
Disposto a não ceder nem desaparecer
Pareceria ser mortal
Resposta ao meu nível para recuperar
Quando não há música, não há alma
Com o que tenho e sem nada mais
Cruzei os sete mares
Com o que tenho e sem nada mais
Cheguei até aqui
Uuh