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Letra

    Na prisão do tempo
    Não há alma nesse movimento tão vazio
    O peso da monotonia e a cruz da lida
    Vou me arrastando, me arrastando

    Não estou mais vivo
    Eu me movimento só por controle remoto
    Por pura teimosia é que eu vou cumprindo a lida
    Sem energia, vazio, vazio

    Por capricho de improviso num segundo o meu mundo racha
    E lá vêm rupturas camadas após camada
    Talvez por um olhar uma emoção uma palavra
    E zas-trás a crisálida em mim já se vê alada

    Por onde passodeixo marcas no caminho são rastros de luz
    E os meus olhos lançam notas musicais que voam pelo ar
    Giro moléculas para criar
    Vejo a roda dotempo parar

    Eu tenho agora enfim o simples dom de livremente respirar
    Meu sangue intenso a pulsar
    E sinto a vida aqui dentro em mim a ponto de desabrochar

    Recaio no tempo
    Sedento da liberdade que eu não sustento
    Os pingos dessa nostalgia chovendo comigo
    Eu quase grito, não consigo mais fingir

    Composição: Ágape Souler / Márcio Pombo. Essa informação está errada? Nos avise.

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