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Letra

    É que assim, assim
    Sem mais aquela Zé dos Ferros
    Pulou a janela, invadiu o recinto
    Desacatou Jacinto e seu primo Januário
    Um negão retinto do tamanho de um armário
    Que respostou aos berros
    Ô ferro! Filha da puta é quem chamou!

    Daí tudo começou

    E o fogo aluminou
    Nas ventas da valentia
    E eu ali cego e sem guia
    Cacei minha valia

    Não tenho nada com isso!
    Pois que tava em sacrifício
    Atrás de uma galega

    Foi quebra pau de arraso
    Fiquei vesgo de tanto apanhar

    E o Chico Pirambeira, por besteira
    Cabra sem eira nem beira
    Qu’ estava ao meu lado
    Por ciúmes de Adelaide
    Se meteu no bololô
    Do qual nem nosso senhor queria conhecimento
    Pois que em coisa de jumento
    Melhor passar batido
    Mas foi retido por Ernesto Catavento

    E foi doído
    O cabra de tão perverso
    Socou minha cara na lama
    Com bofete de reverso
    Logo eu, que só tiro verso
    Atrás da galega sacana
    Fiquei todo estrupiado
    Mal das pernas e das penas

    Composição: Marcelo Cavalcante / Márcio Pombo. Essa informação está errada? Nos avise.

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