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A Ternura Que Vive Nos Galpões

Ricardo Porto

Letra

    Busco notas como quem para um rodeio
    Num forte anseio de reponta da canção
    Meu pingo é pingo alçado no freio
    Com arreios e versos de galpão

    Todo xucro há de se amansar um dia
    Na parceria de mando e dente de espora
    E para isso sempre haverão melodias
    Indo com timbres com saudade lá de fora

    Pra nós que trazemos barro na sola da bota
    E olhos que notam a beleza de uma flor
    A vida se aparta entre o campo e a mangueira
    E aos carinhos que se dá a um grande amor

    Vou dedilhando as cordas na madrugada
    Na infinda estrada de campear rimas e tentos
    Bebo o apojo da noite linda e estrelada
    Em versos oscos que campeiam o pensamento

    Dou sentimento, minha canção é lindeira
    A vida inteira sempre campeando emoções
    Para mostrar as belezas dessas lonjuras
    E a ternura de quem vive nos galpões

    Composição: Alessandro Kramer / Ramiro Amorim. Essa informação está errada? Nos avise.

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