Le Infinite Vie Del Cuore
Quando io dentro di te
aprirò una porta di nostalgia,
quando tu spaccando il cielo dirai:
"lascio tutto, voglio andarmene via",
metterò all'incanto i nostri momenti,
pregherò che il cielo possa aiutarti,
so che sai teneramente sbagliarti.
Piano, piano, dolcemente
scenderemo a luci spente dentro di noi,
saliremo ancora insieme sopra i monti
e le colline in alto, lassù;
e ci esploderà nel cuore
tutto quello che di amore c'è
verso il futuro ancora io e te.
Quando tu sopra di me
sembrerai una stella fredda o chissà,
quando io dentro di te
sentirò l'amore che se ne va,
troverò una luna da queste parti,
salverò la prima voglia di averti,
tornerò nel tempo e ti cercherò, ti cercherò.
Piano, come foglie lente
scenderemo in un dolore dentro di noi
poi risaliremo insieme,
senza orgoglio né paure
in alto lassù;
e ci esploderà nel cuore
tutto quello che di amore c'è
verso il futuro ancora io e te.
E intrecciando queste mani
prenderemo il vento che già sai,
stretti nel tempo finalmente noi:
sulle infinite vie del cuore, ormai.
As Incontáveis Estradas do Coração
Quando eu dentro de você
abrir uma porta de nostalgia,
quando você rasgando o céu disser:
"deixo tudo, quero me mandar",
colocarei à venda nossos momentos,
rezarei para que o céu possa te ajudar,
sabendo que você sabe se enganar com ternura.
Devagar, devagar, docemente
nós desceremos com as luzes apagadas dentro de nós,
subiremos juntos novamente sobre as montanhas
e as colinas lá em cima, lá no alto;
e tudo que há de amor
explodirá em nosso coração
direcionado ao futuro, ainda eu e você.
Quando você sobre mim
parecer uma estrela fria ou sei lá,
quando eu dentro de você
sentir o amor que está indo embora,
irei encontrar uma lua por aqui,
irei salvar a primeira vontade de te ter,
vou voltar no tempo e vou te procurar, vou te procurar.
Devagar, como folhas lentas
nós desceremos em uma dor dentro de nós
e depois subiremos juntos,
sans orgulho nem medos
lá em cima;
e tudo que há de amor
explodirá em nosso coração
direcionado ao futuro, ainda eu e você.
E entrelaçando essas mãos
pegaremos o vento que você já conhece,
apertados no tempo, finalmente nós:
sobre as incontáveis estradas do coração, agora.