Masseuse
Fortune wags its tongue
Along the walkways of the bathhouse
They say the monk returned from Iceland
Unearthly boon in stow
He who possesses the Pin of Quib
Is granted eternal beauty
I am tired of men
Of kneading the knots from their bulbous backs and necks
And rinsing their filmy water
From this mew of tiles
When I heard tell of the Pin of Quib
Straight away I knew I had to hold it at all costs
A storm like a drum
Encompasses the priory
As I go on mouse-toes
Into the blind man's chamber
And leaning over his bed
I push the blade between his ribs
But then in a flash he's got my wrists
And he's pinned me to the floor
I wake up gagged and bound
To a windless ochre forest
The monk's wan face inches from my own
His breath smells like pears
He asked me then
Would you like to see the Pin?
Retching on his filth
I nod more than anything
From inside his coat
He fishes a brooch
A plain pea of stone
No bigger than a thumbnail
And I can hardly believe
How very ordinary it seems
Then it dawns on me
It was all mere folly
Yes, now you see
The Pin's a pebble only
That which you so thirstily
Coveted over my dead body
Now it is yours to keep
You are its custodian
But first I must have your eyes
Then the circle will be whole
I once
Could see
But now
I am blind
And all sense
Of the world is lost
Lost, lost
I once
Could see
But now
I am blind
And all sense
Of the world is lost
Lost, lost
Massagista
Fortuna abanando a língua
Ao longo das passarelas do balneário
Dizem que o monge voltou da Islândia
Bênção sobrenatural em armazenamento
Aquele que possui o Pin de Quib
É concedida beleza eterna
Estou cansada de homens
De amassar os nós de suas costas e pescoços bulbosos
E enxágue sua água transparente
Deste mew de ladrilhos
Quando ouvi falar do Pin de Quib
Imediatamente eu soube que tinha que segurá-lo a todo custo
Uma tempestade como um tambor
Abrange o priorado
Enquanto eu ando na ponta dos pés
Na câmara do cego
E inclinado sobre sua cama
Eu empurro a lâmina entre suas costelas
Mas então em um flash ele pegou meus pulsos
E ele me prendeu no chão
Eu acordo amordaçado e amarrado
Para uma floresta ocre sem vento
O rosto pálido do monge a centímetros do meu
Seu hálito cheira a peras
Ele me perguntou então
Você gostaria de ver o Pin?
Vomitando em sua sujeira
Eu aceno mais do que qualquer coisa
De dentro do casaco
Ele pesca um broche
Uma ervilha de pedra simples
Não maior do que uma miniatura
E eu mal posso acreditar
Parece muito comum
Então me dei conta
Foi tudo mera loucura
Sim agora você vê
O alfinete é apenas uma pedra
Aquilo que você está tão sedento
Cobiçado pelo meu cadáver
Agora é seu para manter
Você é o seu guardião
Mas primeiro devo ter seus olhos
Então o círculo ficará inteiro
eu uma vez
Podia ver
Mas agora
Eu sou cego
E todo o sentido
Do mundo está perdido
Perdido, perdido
eu uma vez
Podia ver
Mas agora
Eu sou cego
E todo o sentido
Do mundo está perdido
Perdido, perdido