Silphium
Merchants of Cyrene, close your palms
On the last remaining place
A sprig of Silphium grows
The silvery cold of a coin face
The boats have all vanished from the slimey harbourwalls
Apollonia emptied to reveal all
How we are lost
Bowed to the hearthlight
Telling our girls why we'll have to be leaving
Fat teardrops roll
Off the bluffs of our cheekbones
Orangey globes
Spent with a hiss on the dying coals
No more sap of laserwort to grate
Over braised flamingo hearts
Or render into a salve
To purge the uterus lining
Nothing left to sprinkle on the boiled brains of sheep
Other than this cheap asafoetida
How we are lost
Loading the oxcart
With a halfmoon
Filled of our meagre possession
Tying it fast
With twine from my uncle's shop
And now I must wake the girls
Darlings, quick to the courtyard
How we are lost
Scrolling the highway
Leaving behind the only home we have ever known
Lamp on a pole
Eyes glued to the bouldered road
In my mouth, a moth goes and instantly perishes
Halting the cart
I stop to listen
Cows in the dark
Bells at the edge of the ocean
Mingle with snores
A child sleeping in my earhole
I feel alive
How we are lost in each other
Merchants of Cyrene that you hold
Let them go
Silfium
Mercadores de Cirene, fechem suas mãos
Sobre o último lugar que resta
Um broto de Silfium cresce
O frio prateado de uma face de moeda
Os barcos desapareceram de vez das paredes lamacentas do porto
Apollonia esvaziou para revelar tudo
Como estamos perdidos
Curvados pela luz da lareira
Contando para nossas garotas por que teremos que partir
Gordas lágrimas rolam
Das saliências de nossas maçãs do rosto
Globos alaranjados
Desfeitos com um sibilo nas brasas moribundas
Não há mais seiva de erva-laser para ralar
Sobre corações de flamingo assados
Ou transformar em um ungüento
Para purgar o revestimento do útero
Nada mais para polvilhar nos cérebros cozidos de ovelhas
Além dessa asafoetida barata
Como estamos perdidos
Carregando a carroça de bois
Com uma meia-lua
Cheia de nossas míseras posses
Amarrando firme
Com corda da loja do meu tio
E agora eu preciso acordar as garotas
Queridas, rápido para o pátio
Como estamos perdidos
Percorrendo a estrada
Deixando para trás o único lar que já conhecemos
Luz em um poste
Olhos grudados na estrada pedregosa
Na minha boca, uma mariposa vai e instantaneamente perece
Parando a carroça
Eu paro para ouvir
Vacas no escuro
Sinos na beira do oceano
Misturam-se com roncos
Uma criança dormindo no meu ouvido
Eu me sinto vivo
Como estamos perdidos um no outro
Mercadores de Cirene que vocês seguram
Deixem-nos ir