Catarsis
Sentí mi alma encerrada
Esclava de los versos que te escribí
Por momentos liberada
Calmada para dar lo mejor de mi
Sentí mi alma encerrada
Esclava de los versos que un día escribí
Por momentos liberada
Por que se que di lo mejor de mi
(Por que se que di lo mejor de mi)
Clara era la situación de que yo no era un galán
Que yo siempre seré de barrio y que contigo no fui patán
Hoy duele saber que esta historia a legado a su fin
Después que te cante 3 notas de mi pana martin
Recuerdo que lo último que me pediste era tiempo
Y dártelo en ese momento yo supe que perdí
Hoy aprendí que todo tiene su momento
Y que bueno que nunca saque lo que escribí por ti
Una novela en prosa que decía que eras mía
Sin imaginar que al final el titulo seria
Una casa vacía
Mientras un cigarrillo se consume
Y wiski yo me bebía
Recordando aquellos días
Que entre sábanas eras mía
Y hoy solo quedan memorias
De un corazón que latía
Y que ironía
Querer decirte buenos días
Imaginado que a tu lado alguien despertaría
Y como toda novela que tiene su fin
Se que de todo uno se cura eso lo dijo raulín (si, si)
Sentí mi alma encerrada
Esclava de los versos que te escribí
Por momentos liberada
Calmada para dar lo mejor de mi
Sentí mi alma encerrada
Esclava de los versos que te escribí
Por momentos liberada
Por que se que di lo mejor de mi
No se sin son efímero mis sentimientos
No es justo pasar por tanto sufrimiento
Ella sabe que la amo y no te miento
Como quisiera devolver el tiempo
Siento alevosía en mis poesías
Una resignació en mis melodías
Un orgullo por sentir que eras mía
Y el amo que tontería
Un regocij por la historia de lo dos
Pensamos que la distancia era lo mejor
Pero termine en zozobra
Borracho y loco poniéndole fin a esta obra
Me libere de las cadenas
Se que es morir de la pena porque no estés más aquí
Solo tengo una condena
Es vivir la pena de los poemas que escribí
Me libere de las cadenas
Se que es morir de la pena de que no estés junto a mi
Solo tengo una condena
Es vivir la pena de los poemas que escribí
Catarse
Eu senti minha alma trancada
Escravo dos versos que te escrevi
Às vezes liberado
Calma para dar o meu melhor
Eu senti minha alma trancada
Escrava dos versos que um dia eu escrevi
Às vezes liberado
Porque eu sei que fiz o meu melhor
(Porque eu sei que fiz o meu melhor)
Clara era a situação em que eu não era um galante
Que serei sempre da vizinhança e que contigo não fui um idiota
Hoje dói saber que essa história chegou ao fim
Depois de cantar para você 3 notas do meu pana martin
Eu lembro que a última coisa que você me pediu foi tempo
E dar pra você naquele momento eu sabia que tinha perdido
Hoje aprendi que tudo tem seu momento
E é bom que eu nunca tenha entendido o que escrevi para você
Um romance em prosa que dizia que você era meu
Sem imaginar que no final o título seria
Uma casa vazia
Enquanto um cigarro está sendo consumido
E eu bebi wiski
Lembrando daqueles dias
Que entre os lençóis você era meu
E hoje só existem lembranças
De um coração batendo
E que ironia
Quer dizer bom dia
Imaginei que ao seu lado alguem iria acordar
E como todo romance que tem seu fim
Eu sei que tu sas de tudo, disse o Raulín (sim, sim)
Eu senti minha alma trancada
Escravo dos versos que te escrevi
Às vezes liberado
Calma para dar o meu melhor
Eu senti minha alma trancada
Escravo dos versos que te escrevi
Às vezes liberado
Porque eu sei que fiz o meu melhor
Não sei sem meus sentimentos são efêmeros
Não é justo passar por tanto sofrimento
Ela sabe que eu a amo e não minto para você
Como eu gostaria de voltar no tempo
Me sinto traiçoeiro na minha poesia
Uma resignação nas minhas melodias
Um orgulho em sentir que você era meu
E o mestre que bobagem
Uma alegria com a história dos dois
Nós pensamos que a distância era o melhor
Mas acabei em perigo
Bêbado e louco, acabando com essa brincadeira
Me liberte das correntes
Eu sei que é morrer de tristeza porque você não está mais aqui
Eu só tenho uma convicção
É para viver a dor dos poemas que escrevi
Me liberte das correntes
Eu sei o que é morrer de dor que você não está perto de mim
Eu só tenho uma convicção
É para viver a dor dos poemas que escrevi