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Guerras Púnicas

Riot Propaganda

Guerras Púnicas

Hemos roto la hucha, trajimos la esperanza escucha
Riot Propaganda, cóctel incendiario y capucha, Confiesa desembucha, soy símbolo de lucha
Y lo doy todo sea cantando en el Viña, o cantando en la ducha
Venga no pongas excusas, el rap ha muerto nene

Murió haciendo temitas progres parael 15M
Mueve tu cuello y no vendas más humo
Claaro que criticas a los sellos, porque no te fichó ninguno
Te lo resumo, no nos vaciles

Serás la eterna oposición humillada como Capriles
Escondan civiles, vienen letras hostiles ¿Buscas la fama? Yo la eternidad como Aquiles
Por eso me escuchan miles, rap soviético
Por eso me amenazan por Twitter, Ultra Sur y el Frente Atlético

Escupo al clérigo hago mérito agoto tu crédito, Tus groupies se corren si saco material inédito
Ni Rockefeller ni conspiranoia
Lucha de clases, subnormales comedme la polla
Rápido que hay cola pasen por taquilla, Capitalismo es Cospedal con teja y mantilla

Soy el estilo que brilla, la octava maravilla
Soy el secretario general, el cabecilla de tu pesadilla
El que te mete el flow hasta la campanilla
Soy el Nega hijos de puta, lo dice mi hebilla

Madrid-Valencia gritan lo mismo
Cavando juntas la tumba del fascismo Madrid-Valencia ciudades calientes
Cortijos particulares de Rita y CristinaCifuentes
Madrid-Valencia, guerras púnicas. Capitales de laRepública
Madrid-Valencia, rap con banda
Los Chikos del Maíz, Habeas Corpus Riot Propaganda

Bien, bienvenido al grupo más temido
El que sube tu líbido, lleva tu banda al olvido Pervierte al tímido, tú al resto díselo
Riot Propaganda, la banda del crimen, yo
El que quiere venganza, ante los perros defensores del estado

Tu chica vandal, solo haz caso al Barbas Arremángate el chándal y empiezan a chafarlos
Sin compasión, si con razón y corazón
Hay que meterles el temor chico
En esta nación de corrupción sin solución

De poco pan y de mucho circo
Donde el pueblo la pasa putas
Y muchos rapers hablandode hacer plata
O vendiendo filosofía barata con las frases que sacan en los sobres de azúcar

Bah, me dan vergüenza ajena
Yo escribo sin miedo al nazi, sin miedo a la trena
Yendo siempre a la raíz del problema
Sin hablar de lagartos, busco el reparto de riquezas, nena

Que las familias tengan cena
Que no se crea conciencia obrera sin la barriga llena
Dejaros ya de egos, de utopías
Libro en la calle, no en Facebook
Y lucha cada día

Madrid-Valencia gritan lo mismo
Cavando juntas la tumba del fascismo
Madrid-Valencia ciudades calientes
Cortijos particulares de Rita y CristinaCifuentes

Madrid-Valencia, guerras púnicas
Capitales de laRepública
Madrid-Valencia, rap con banda
Los Chikos del Maíz, Habeas Corpus Riot Propaganda

Guerras Púnicas

Quebramos o cofrinho, trouxemos esperança, ouça
Propaganda de motim, coquetel incendiário e capuz, Confesse, sou um símbolo de luta
E dou tudo de mim seja cantando na Viña, seja cantando no chuveiro
Vamos lá, não dê desculpas, o rap está morto, querido

Ele morreu fazendo músicas progressivas por 15 milhões
Mexa o pescoço e não venda mais fumaça
Claro que você critica as gravadoras, porque ninguém te contratou
Vou resumir para você, não hesite

Você será a eterna oposição humilhada como Capriles
Esconda civis, cartas hostis estão chegando Você está procurando fama? Eu a eternidade como Aquiles
É por isso que milhares de pessoas me ouvem, rap soviético
Por isso me ameaçam no Twitter, no Ultra Sur e na Frente Atlético

Cuspo no clérigo faço mérito esgoto seu crédito, Suas groupies fogem se eu divulgar material inédito
Nem Rockefeller nem conspiração
Luta de classes, subnormais, coma meu pau
Rapidamente tem fila, vai na bilheteria, Capitalismo é Cospedal com azulejo e mantilha

Eu sou o estilo que brilha, a oitava maravilha
Eu sou o secretário-geral, o líder do seu pesadelo
Aquele que te dá o fluxo até o seu sino
Eu sou os filhos da puta Nega, minha fivela diz isso

Madrid-Valência grita o mesmo
Cavando juntos o túmulo do fascismo Cidades quentes Madrid-Valência
Quintas privadas de Rita e CristinaCifuentes
Madrid-Valência, Guerras Púnicas. Capitais da República
Madrid-Valência, rap com banda
Os Chikos del Maíz, propaganda de motim de Habeas Corpus

Bem, bem-vindo ao grupo mais temido
Aquele que aumenta sua libido, leva sua banda ao esquecimento Perverte os tímidos, você conta o resto
Riot Propaganda, a gangue do crime, eu
Aquele que quer vingança, diante dos cães que defendem o estado

Sua garota hooligan, apenas ouça Barbas. Enrole seu agasalho e comece a esmagá-los.
Sem compaixão, mas com razão e coração
Você tem que colocar medo neles, garoto
Nesta nação de corrupção sem solução

De pouco pão e muito circo
Onde as pessoas passam o tempo, prostitutas
E muitos rappers falando sobre ganhar dinheiro
Ou vender filosofia barata com as frases que aparecem nos pacotes de açúcar

Bah, eles me deixam envergonhado
Escrevo sem medo do nazista, sem medo do trem
Sempre indo à raiz do problema
Sem falar de lagartos, procuro distribuição de riqueza, querido

Deixe as famílias jantarem
Que a consciência dos trabalhadores não se cria sem barriga cheia
Deixe de lado os egos, as utopias
Reserve na rua, não no Facebook
E lute todos os dias

Madrid-Valência grita o mesmo
Cavando juntos o túmulo do fascismo
Cidades quentes Madrid-Valência
Quintas privadas de Rita e CristinaCifuentes

Madrid-Valência, Guerras Púnicas
Capitais da República
Madrid-Valência, rap com banda
Os Chikos del Maíz, propaganda de motim de Habeas Corpus

Composição: Riot Propaganda