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Ainda sou o mesmo

Ripio

Aún sigo siendo el mismo

Cruzando la frontera ya sin luz
Donde el dolor se agudiza
Y las ideas se proyectan
Hasta donde quieren llegar

Las ráfagas iluminan lo irreal
Donde los colores son claros
Creando una vida interna
Que intenta salvarnos

Cuando termina la tormenta
Que empezó hace ya años
De la que me cubro
Cuando estoy desolado

Cuando se corren esas nubes
Que me impiden ver el sol
Donde va la corriente
Cuando aquí estoy

Y la vida ha dejado de ser
Como yo pretendí al nacer
El dolor ha tirado al piso mis ganas,
Mis ganas de crecer otra vez

Mi andar se hunde en la oscuridad
Ya no puede verse la sombra
Ni tampoco oír los gritos
De esta prolongada soledad

Ya estoy sobre mi destino
Y no se si podré salir
El veneno de este tiempo
Lo estoy empezando a escupir

Esta rabia no se contagia
Solo me mata mi
Con el correr de estos años
Quizás este llegando a mi fin

Y ahí voy de nuevo por mi
Tratando de resurgir
No se hacia donde tengo que ir
Porque las luces ya no están aquí

Y la vida ha dejado de ser
Como yo pretendí al nacer
El dolor ha tirado al piso mis ganas,
Mis ganas de crecer otra vez

Esta rabia no se contagia
Solo me mata a mi
Con el correr de estos años
Quizás este llegando a mi fin.

Ainda sou o mesmo

Cruzando a fronteira já sem luz
Onde a dor se intensifica
E as ideias se projetam
Até onde querem chegar

As rajadas iluminam o irreal
Onde as cores são claras
Criando uma vida interna
Que tenta nos salvar

Quando termina a tempestade
Que começou há anos
Da qual me protejo
Quando estou desolado

Quando essas nuvens se afastam
Que me impedem de ver o sol
Pra onde vai a correnteza
Quando aqui estou

E a vida deixou de ser
Como eu pretendia ao nascer
A dor derrubou no chão minhas vontades,
Minhas vontades de crescer de novo

Meu andar se afunda na escuridão
Já não se vê a sombra
Nem se ouvem os gritos
Dessa solidão prolongada

Já estou sobre meu destino
E não sei se vou conseguir sair
O veneno desse tempo
Estou começando a cuspir

Essa raiva não se contagia
Só me mata
Com o passar desses anos
Talvez esteja chegando ao meu fim

E lá vou eu de novo por mim
Tentando ressurgir
Não sei pra onde tenho que ir
Porque as luzes já não estão aqui

E a vida deixou de ser
Como eu pretendia ao nascer
A dor derrubou no chão minhas vontades,
Minhas vontades de crescer de novo

Essa raiva não se contagia
Só me mata
Com o passar desses anos
Talvez esteja chegando ao meu fim.

Composição: Ripio