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O Comerciante Vespertino

Ripio

El comerciante vespertino

Desfilan transeúntes a mas no poder
Rompiendo vientos con sus atuendos
Las hojas raspan el suelo
De este (un) otoño platense

Parado miro distintas situaciones
En la vereda de las viejas emociones
Aquellos cruces de vistas
A veces no han de aparecer

La soledad del comerciante vespertino
Es vista por aquellos pasantes
No saben que la vida de un ser humano
A veces no se comparte

Los chicos van jugando por las calles
Y un anciano que va a paso lento
Yo en el medio de los dos
Puedo ver que son los extremos

Con los años quiero decir
Que no estuve en vano
Haciendo cosas que otros me dictaron
Por no querer elegir
De la mano de gente que esta en la vida
Para hacerte sufrir

Algunas mismas caras en la avenida
Esto parece una gran familia
Pero no olvides nunca
Que la verdadera es la de todos los dias

Bajo un arbol cubierto del mercurio
De reojo estoy en la esquina
Alguien cruza la calle
Y yo ya sé quien se aproxima

Si estas inmerso en la sociedad los vas conociendo
Los que te quieren en serio siempre te diran la verdad
Simplemente cuidate de aquellos
A los que no les importas-repite

(4º estribillo) paso las horas detras del mostrador
Regulando el tiempo
Siento nostalgia al ver pasar
Mujeres que en mi adolescencia brillaron
De la mano de otros muchachos que yo
Ni siquiera conoci

O Comerciante Vespertino

Desfilam transeuntes, mas não têm poder
Rompendo ventos com seus trajes
As folhas arrastam no chão
Neste outono platense

Parado, olho diferentes situações
Na calçada das velhas emoções
Aqueles cruzamentos de olhares
Às vezes não vão aparecer

A solidão do comerciante vespertino
É vista por aqueles que passam
Não sabem que a vida de um ser humano
Às vezes não se compartilha

As crianças brincam pelas ruas
E um idoso que caminha devagar
Eu, no meio dos dois
Vejo que são os extremos

Com os anos, quero dizer
Que não foi em vão
Fazendo coisas que outros me mandaram
Por não querer escolher
À sombra de gente que está na vida
Para te fazer sofrer

Alguns rostos conhecidos na avenida
Isso parece uma grande família
Mas nunca se esqueça
Que a verdadeira é a de todos os dias

Debaixo de uma árvore coberta de mercúrio
De relance, estou na esquina
Alguém cruza a rua
E eu já sei quem se aproxima

Se você está imerso na sociedade, vai conhecendo
Os que te querem de verdade sempre vão te dizer a verdade
Simplesmente cuide-se daqueles
A quem não importa - repete

(4º refrão) passo as horas atrás do balcão
Regulando o tempo
Sinto nostalgia ao ver passar
Mulheres que brilharam na minha adolescência
De mãos dadas com outros caras que eu
Nem sequer conheci

Composição: Ripio