La furia de un guardián ciego
Un lugar en el que yo quise estar
Con algo mas que mis raices
De paso y sin poder desenterrar
Alguna leyenda de mi pasado
A bordo de un tren en la ciudad
Llegue y me tuve que marchar
En los aires la melodía del guardian
De mi casa parti con la furia de ver
Y querer participar en su historia
En donde estan las huellas de hoy
Quien me da una señal
Para poderlos encontrar
No estan, no estan aqui
La tierra en donde los árboles
Crecen de entre las rocas
En donde estan aquellos que admire
Donde esta la musica que segui
Hoy no los veo venir
Y ya tengo que partir -debo seguir-
Estribillo
No los veo venir
Me voy para acompañar
Mi casi eterna soledad
Quizas algun dia regrese
Y ya pueda buscar
Mi vida en el pasado
Y con ello poder despertar (alucinar) (empezar)
Estribillo
Y no los veo venir
Y ya tengo que partir
A Fúria de um Guardião Cego
Um lugar onde eu quis estar
Com algo mais que minhas raízes
De passagem e sem poder desenterrar
Alguma lenda do meu passado
A bordo de um trem na cidade
Cheguei e tive que ir embora
No ar, a melodia do guardião
Da minha casa, parti com a fúria de ver
E querer participar da sua história
Onde estão as marcas de hoje
Quem me dá um sinal
Pra eu poder encontrá-los
Não estão, não estão aqui
A terra onde as árvores
Crescem entre as rochas
Onde estão aqueles que admirei
Onde está a música que segui
Hoje não os vejo chegar
E já tenho que partir -devo seguir-
Refrão
Não os vejo chegar
Vou pra acompanhar
Minha quase eterna solidão
Talvez algum dia eu volte
E já possa buscar
Minha vida no passado
E com isso poder despertar (alucinar) (começar)
Refrão
E não os vejo chegar
E já tenho que partir