Language Of The Lost
Riproducer
Language Of The Lost
In the city of the dead
I lay stuck inside my bed
The house burns down around me
The language of the lost
Pouring from their open mouths
Nobody can hear a thing
Suddenly, I'm breathing in the smoke
Surrounded by the bodies
As I'm tugging on my chains
I'll be swallowed by the flames
Freedom dripping from the sink
I don't need forgiveness
I just wanna talk and for you to listen
I know I'd only raise the suspicion of my cause
My burns, they throb
To the beat of your heart
Am I a robot or a doll?
Am I anything at all?
Maybe a soul like me
Doesn't even need to know
Am I big, or am I small?
Hunching over, standing tall?
I lost my identity
Oh so very long ago
Software update, reinstall
Scary things I can't recall
Making the best of it
Never even knowing why
On my knees, I try to crawl
Fire breaking in the walls
Calling out for somebody
Knowing I'll get no reply
As I woke up from the dream
I had lost all self-esteem
The burning home had cowed me
I thought that I was safe
Now I'll never be the same
Tossed aside for making a scene
Do I know who I pretend to be?
Of whom am I a copy?
Yes, it made me who I am
But I'll never understand
Why it had to happen to me
Temperament or sickness?
Holler all you want!
No one ever listens
If only I had raised my suspicion of the cause
Would you have noticed it at all?
If I'm a robot or a doll
Am I anything at all?
Maybe a thing like me
Doesn't yet deserve to know
Am I big, or am I small?
Hunching over, standing tall?
I lost my identity
Oh so very long ago
Ones and zeros
True or false?
Reset system to default
Faking the rest of it but I can't remember why
On my knees, I try to crawl
Fire-charred collapsing walls
Crying out for somebody
There is no one to reply
Not robot nor a doll
I'm not anything at all
I'm just an entity finding out the way to go
But these fingers and these palms
Full of love despite the scars
They show indisputably
I have so much more to grow
Oh, I can change I can evolve
I can get up when I fall
I'll live contentedly
I don't need a reason why
Standing tall and standing strong
I have found where I belong
In the arms of somebody
There is no more need to cry
A Linguagem Dos Perdidos
Na cidade dos mortos
Eu fico presa na minha cama
A casa queima a minha volta
A linguagem dos perdidos
Fluindo de suas bocas abertas
Mas ninguém consegue ouvir
De repente eu respiro a fumaça
Cercada pelos corpos
Enquanto eu puxo as minhas correntes
Serei engolida pelas chamas
Minha liberdade se vai pelo ralo
Eu não preciso de perdão
Eu só quero falar para você escutar
Eu sei que eu só levantaria suspeitas do que fiz
Minhas queimaduras pulsam
No ritmo do seu coração
Eu sou uma máquina ou boneca?
Eu sou alguma coisa, afinal?
Talvez uma alma como eu
Não precisa nem saber
Eu sou grande ou então pequena?
Me curvando, pisando alto?
Eu perdi a minha identidade
Ah, já faz muito tempo
Update de software à reinstalar
Medos que não consigo lembrar
Dando o melhor de mim
Mesmo sem sabe por quê
Em meus joelhos tento rastejar
Fogo quebrando as paredes
Grito para me ajudarem
Sabendo que ninguém vai responder
Enquanto eu acordava do sonho
Já perdi toda a autoestima
A casa ardente havia me cercado
Eu achei que estava segura
Mas jamais serei a mesma
Deixada de lado por chamar atenção
Será que eu sei quem eu finjo ser?
De quem eu copio?
Sim, isso fez quem eu sou
Mas jamais entenderei
Por que tinha que ser eu
É de natureza ou doença?
Grite o quanto quiser! Ninguém nunca ouve
Se ao menos eu tivesse levantado minha suspeita sobre a causa
Você ao menos teria se importado afinal?
Se eu sou uma máquina ou boneca
Eu sou alguma coisa, afinal?
Talvez uma coisinha como eu
Ainda não merece saber
Eu sou grande ou então pequena?
Me curvando, pisando alto?
Eu perdi a minha identidade
Ah, já faz muito tempo
Uns e zeros
Verdadeiro ou falso?
Resetar o sistema ao padrão
Falsificando todo o resto, mas eu nem lembro porquê
Em meus joelhos tento rastejar
Fogo derrubando as paredes
Gritando por alguém
Mas ninguém respondeu
Não sou máquina nem boneca
Não sou nada, afinal
Eu só sou uma entidade descobrindo para onde ir
Mas esses dedos e essas mãos
Cheias de amor, apesar da dor
E mostram sem contestação
Que eu tenho muito ainda à aprender
E eu posso mudar, posso evoluir
Posso levantar quando cair
Viverei contente
Sem precisar de um porquê
Pisando alto, sendo forte
Eu encontrei a minha casa
Nos braços de outra pessoa
Sem precisar mais chorar



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