Tradução automática

El Panadero (part. Silvia Pérez Cruz)

Rita Payés

Letra

O Padeiro (part. Silvia Pérez Cruz)

El Panadero (part. Silvia Pérez Cruz)

Um padeiro que guarda o que sobrou do diaUn panadero que guarda el sobrante del día
A persiana fechada não é motivo pra pararLa persiana baja no es razón para cerrar
Que alguma portaQue alguna puerta
Sempre tá abertaSiempre está abierta

Caso faça frioPor si hace frío
Um sopro morno de Sol de invernoUn soplo tibio de Sol de invierno
Assim é o abraço do padeiroAsí es el abrazo del panadero
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm
MmmMmm

De um pequeno gesto aindaDe un pequeño gesto todavía
Nascem as flores mais bonitasNacerán las flores más bonitas
Como farinha que voa ao soprarComo harina que vuela al soplar
Água bem fria, cama quentinhaAgua bien fría, cama caliente

Orelhas que escutamOrejas que escuchan
Bocas que falam sem mentiraBocas que hablan sin la mentira
Corpo presente, coração contenteCuerpo presente, corazón contento
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
MmmMmm-mmm

Que a dor é de todosQue la pena es de todos
E o choro é de alguns, já se sabe, já se sabeY el llanto es de algunos, ya se sabe, ya se sabe
Que a velhice é duraQue la vejez es cruda
E disso ninguém se salvaY de esto sí que no se salva nadie

Que a vida estranha éQue la vida extraña es
Tanto faz pra onde olheTanto da hacia donde mires
E tem que andar, andar e andarY hay que andar, andar y andar
Junto aos seus que são muito seusJunto a los tuyos que son muy suyos

Apertar a mãoPrender la mano
Ter a sorte da acolhidaTener la suerte de la acogida
Na casa do padeiro, sempre, sempre bem-vindaEn casa del panadero, siempre, siempre bienvenida
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
MmmMmm
Mmm-mmmMmm-mmm

DorPena
DorPena
É de todosEs de todos
E o choro é de algunsY el llanto es de algunos

E a vida estranha éY la vida extraña es
Tanto faz pra onde olheTanto da hacia donde mires
Tem que andar e andarHay que andar y andar
E o padeiroY el panadero

Bem-vindaBienvenida
E cantar a bocaY cantar la boca
Irmã, companheiraHermana, compañera
Uh-uh-uhUh-uh-uh
Uh-uh-uhUh-uh-uh
Ah-ahAh-ah
Uh-uh-uh-mmmUh-uh-uh-mmm

Que a dor é de todosQue la pena es de todos
E o choro é de alguns (choro é de alguns)Y el llanto es de algunos (llanto es de algunos)
Já se sabeYa se sabe
Que a velhice é duraQue la vejez es cruda

E disso ninguém, que ninguémY de esto sí que no, que sí que no
Se salva (que ninguém se salva)Se salva nadie (que sí que no se salva nadie)
A vida estranha éLa vida extraña es
Tanto faz pra onde olheTanto da hacia donde mires

E tem que andar, andar e andar, uh-uh-uhY hay que andar, andar y andar, uh-uh-uh
Junto aos seus que são muito seusJunto a los tuyos que son muy suyos
Apertar a mãoPrender la mano
Ter a sorte da acolhidaTener la suerte de la acogida

Na casa do padeiro sempre bem-vindaEn casa del panadero siempre bienvenida
Oh-oh-ah-ah-ah-ahOh-oh-ah-ah-ah-ah
Ah-ah-ahAh-ah-ah
Ah-ah-ah-ahAh-ah-ah-ah

Oh-oh-ah-ah-ah-ahOh-oh-ah-ah-ah-ah
Ah-ah-ahAh-ah-ah
Ah-ah-ah-ahAh-ah-ah-ah
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm-mmm-mmm
Mmm-mmm-mmmMmm-mmm-mmm


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