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O Príncipe da Cidade

Jerry Rivera

El Príncipe De La Ciudad

En su torre de cristal,
sobre el banco nacional
vive el príncipe de la ciudad.
Admirado por demás,
envidiado es lo normal.
Con el éxito en sus manos,
quien podría pedir mas.

Es un buen negociador,
y un encantador play-boy,
predilecto de la lógica social.
Cuatro yates, tres Van Gogh,
y en el parking: dos Rolls Royce,
y en su corazón un hueco,
que no acaba de cerrar.

Y en sus ojos que enloquecen a las damas,
y que ahora siempre oculta tras la gafas,
la nostalgia colorea sus pupilas,
y le pinta una acuarela
de momentos junto a ella.

Ay, amor, tu me robaste el corazón.
Y aunque todo ya lo tengo,
soy un pobre limosnero,
porque no tengo tu amor.

Ay, amor, tu te has llevado mi razón.
Y aunque nadie lo comprenda,
ahora nada me interesa
porque no tengo tu amor.

En la cárcel de cristal,
sobre el Banco Nacional,
muere el príncipe de la ciudad.
Nadie puede comprender,
no le importa nada ya,
y los que lo conocieron
ya no saben que pensar.

Enclaustrado allá arriba en su morada,
puedes verlo siempre frente a la ventana.
Y le hace rayos equis a las calles,
y la busca entre la gente,
y la espera, por si vuelve.

Ay amor, tu me has robado el corazón.
Y aunque todo ya lo tengo,
soy un pobre limosnero,
porque no tengo tu amor.

Ay amor tu te has llevado mi razón.
Y aunque nadie lo comprenda,
ahora nada me interesa
porque me falta tu amor.

coro: Ay amor tu me has robado el corazón....
Este amor que tanto me condena yo lo llevo tan metido entre mis venas
Y aunque todo ya lo tengo soy un pobre limosnero pero de amor
La nostalgia todo el tiempo me acompaña pues mi corazon todavía te extraña
Y como te extraño amor
Y aunque nadie lo comprenda ahora nada me interesa mas que tu amor
En la carcel de cristal sobre el banco nacional muere el principe de la ciudad

O Príncipe da Cidade

Na sua torre de cristal,
sobre o banco nacional
vive o príncipe da cidade.
Admirado por demais,
ser invejado é normal.
Com o sucesso em suas mãos,
quem poderia querer mais.

É um bom negociador,
e um encantador playboy,
queridinho da lógica social.
Quatro iates, três Van Gogh,
e no estacionamento: dois Rolls Royce,
e em seu coração um buraco,
que não consegue fechar.

E em seus olhos que enlouquecem as mulheres,
e que agora sempre esconde atrás dos óculos,
a nostalgia colore suas pupilas,
e pinta uma aquarela
de momentos ao lado dela.

Ai, amor, você me roubou o coração.
E mesmo que eu já tenha tudo,
sou um pobre mendigo,
porque não tenho seu amor.

Ai, amor, você levou minha razão.
E mesmo que ninguém entenda,
hoje nada me interessa
porque não tenho seu amor.

Na prisão de cristal,
sobre o Banco Nacional,
morre o príncipe da cidade.
Ninguém pode compreender,
já não se importa com nada,
e os que o conheceram
já não sabem o que pensar.

Enclaustrado lá em cima em sua morada,
você pode vê-lo sempre na janela.
E ele faz raios-x nas ruas,
e a procura entre a gente,
e a espera, caso ela volte.

Ai, amor, você me roubou o coração.
E mesmo que eu já tenha tudo,
sou um pobre mendigo,
porque não tenho seu amor.

Ai, amor, você levou minha razão.
E mesmo que ninguém entenda,
hoje nada me interessa
porque me falta seu amor.

refrão: Ai, amor, você me roubou o coração....
Esse amor que tanto me condena eu levo tão entranhado nas minhas veias
E mesmo que eu já tenha tudo sou um pobre mendigo, mas de amor
A nostalgia o tempo todo me acompanha pois meu coração ainda sente sua falta
E como eu sinto sua falta, amor
E mesmo que ninguém entenda, agora nada me interessa mais que seu amor
Na prisão de cristal sobre o banco nacional morre o príncipe da cidade.

Composição: