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Do Tempo Perdido

Robe

Del Tiempo Perdido

Para estar contigo, las horas
Para estar contigo, despierto
Para hacerle al mundo mejoras y
Para volar, necesito tiempo
Únicamente tiempo

Para ver crecer amapolas
Para estar contigo en las nubes
Para celebrar el momento y
Para ser mejor, necesito tiempo
Únicamente tiempo

Andar lo que es andar, anduve
Encima siempre de las nubes
Saltando sobre el fuego de una hoguera de una noche de San Juan
Y otra primavera
Que ha tenido que marchar

Del tiempo perdido
En causas perdidas
Nunca, nunca me he arrepentido
Ni estando
Vencido
Cansado
Prohibido

Si me caigo y no me levanto
Si lo olvido, recuérdame
Que yo soy un poeta, y mi vida, una letra que escribo en hojas en blanco

Si olvidara decir (ah-ah)
Que depende de mí (ah-ah)
Que un rojo atardecer
Que aún está sin mirar
Se mirara y feliz
Se pudiera marchar

Si lo olvido, recuérdamelo
Y si lo olvido, recuérdamelo
Que yo soy un poeta, y que mi vida, yepa, la escribo en hojas en blanco

Puede que haga bien
Puede que en remar contra la corriente

Del tiempo pasado
Yendo a la deriva
Nunca, nunca me he arrepentido
Ni estando
Del ala
Tocado
Y hundido

Solo si me ves, he llegado ya y todo lo demás no es nada
Qué importa el ayer si he vuelto a nacer anoche de madrugada
Todo lo demás, ay, ay, ay, todo lo demás no es nada

Presiento que el frío de mi mirada
Queriendo no herirte nunca en nada
Tal vez te engañe
Te haga pensar que
No siento nada

Queriendo no equivocarme en nada
Por cierto, fallé alguna jugada y
Tal vez te extrañe
No me arrepiento
Tal vez de nada

Andar lo que es andar, anduve
Encima siempre de las nubes
Saltando sobre el fuego de una hoguera de una noche de San Juan
Y otra prima-, prima-, primavera, -vera, que ha tenido que marchar

Do Tempo Perdido

Para estar com você, as horas
Para estar com você, acordo
Para fazer do mundo um lugar melhor e
Para voar, eu preciso de tempo
Somente tempo

Para ver as papoulas crescerem
Para estar com você nas nuvens
Para celebrar o momento e
Para ser melhor, eu preciso de tempo
Somente tempo

Andar o que tem para andar, eu andei
Sempre por cima das nuvens
Pulando sobre o fogo de uma fogueira numa noite de São João
E outra primavera
Que teve que ir embora

Do tempo perdido
Em causas perdidas
Nunca, nunca me arrependi
Nem estando
Derrotado
Cansado
Proibido

Se eu cair e não me levantar
Se eu esquecer, me lembre
Que eu sou um poeta, e minha vida é uma letra que escrevo em folhas em branco

Se eu esquecer de dizer (ah-ah)
Que depende de mim (ah-ah)
Que um pôr do Sol vermelho
Que ainda não foi visto
Se fosse visto e feliz
Pudesse partir

Se eu esquecer, me lembre disso
E se eu esquecer, me lembre disso
Que eu sou um poeta e que minha vida, uepa, eu escrevo em folhas em branco

Pode ser que faça bem
Pode ser que seja remar contra a corrente

Do tempo passado
Indo à deriva
Nunca, nunca me arrependi
Nem estando
Com a asa
Ferida
E afundado

Só de você me vir, já está bom para mim, e todo o resto não é nada
De que importa o ontem se eu renasci ontem à noite de madrugada
Todo o resto, ai, ai, ai, todo o resto não é nada

Sinto que o frio do meu olhar
Querendo nunca te ferir em nada
Talvez te engane
Te faça pensar que
Eu não sinto nada

Querendo não errar em nada
Por sinal, errei alguma jogada e
Talvez eu sinta sua falta
Não me arrependo
Talvez de nada

Andar o que tem para andar, eu andei
Sempre por cima das nuvens
Pulando sobre o fogo de uma fogueira numa noite de São João
E outra prima-, prima-, primavera, -vera, que teve que ir embora

Composição: Robe