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Reticências

Robe

Puntos suspensivos

Voy a enseñar
Mis mejores dientes
Voy a intentar
Que esta vez no salga nada mal

Voy a empezar
Tú dime lo que sientes
Voy a intentar
Que no se me olvide respirar, ah

Recuérdame que busque una salida
Si ves que estoy perdido en mi interior
Recuérdame que olvide aquella herida
Que me descascarilla el corazón

Recuérdame de qué está hecha la vida
Que a veces se me olvida la razón
Y alégrame esta amarga despedida
Recuérdame de qué está hecho el amor

De viento
De puro viento
De morir en el intento
Y dejarse llevar por el viento a volar

Y de abrazos, uh
De puro abrazo, uh
Fundidos en un abrazo
Morir en tus brazos volver a empezar

De no quererme dar puntos suspensivos
De no quererse dar nunca por vencidos
Y no hay nada más
No, no, no hay nada más (uh)
No, no, no hay nada más

Vuelvo a empezar
Yo, por volver a verte
Vuelvo a intentar
Que-que-que no me salga todo mal

Vuelvo a enseñar
Mis-mis mejores dientes
Vuelvo a intentar
No tar-, no tarta-tartamudear

Hoy me asaltó el recuerdo de tu boca
Y yo no me he podido defender
Apúntame a mi cuenta otra derrota
Que no aguanta otra muesca esta pared

Recuérdame de qué está hecha la vida
Que a veces se me olvida la razón
Y alégrame esta amarga despedida
Recuérdame de qué está hecho el amor

De viento
De puro viento
De morir en el intento
Y dejarse llevar por el viento a volar

Y de abrazos, uh
De puro abrazo, uh
Fundidos en un abrazo
Morir en tus brazos volver a empezar

De no quererme dar puntos suspensivos
De no quererse dar nunca por vencidos
Y no hay nada más
No, no, no hay nada más (uh)
No, no, no hay nada más

Reticências

Eu vou mostrar
Meus melhores dentes
Vou tentar
Que nada dê errado dessa vez

Vou começar
Me diz o que você sente
Vou tentar
Não esquecer de respirar, ah

Me lembre de encontrar uma saída
Se você vir que estou perdido por dentro
Me lembre de esquecer essa ferida
Que parte meu coração

Me lembre do que a vida é feita
Que às vezes eu esqueço o motivo
E me anime nessa despedida amarga
Me lembre do que o amor é feito

Do vento
Do vento puro
De morrer na tentativa
E se deixar levar pelo vento

E de abraços, uh
Só de abraços, uh
Fundidos em um abraço
Morrer em seus braços e recomeçar

De não querer colocar reticências
De nunca querer se dar por vencido
E não há mais nada
Não, não, não há mais nada (uh)
Não, não, não há mais nada

Eu recomeço
Eu, pra ver você de novo
Eu tento de novo
Que-que-que não dê tudo errado para mim

Eu mostro de novo
Meus-meus melhores dentes
Eu tento de novo
Não ga-, não ga-gaguejar

Hoje me veio a lembrança da sua boca
E eu não fui capaz de me defender
Coloque mais uma derrota na minha conta
Essa parede não aguenta mais nenhum entalhe

Me lembre do que a vida é feita
Que às vezes eu esqueço o motivo
E me anime nessa despedida amarga
Me lembre do que o amor é feito

Do vento
Do vento puro
De morrer na tentativa
E se deixar levar pelo vento

E de abraços, uh
Só de abraços, uh
Fundidos em um abraço
Morrer em seus braços e recomeçar

De não querer colocar reticências
De nunca querer se dar por vencido
E não há mais nada
Não, não, não há mais nada (uh)
Não, não, não há mais nada

Composição: Robe