Tradução gerada automaticamente

Cafetín De Buenos Aires

Roberto Yanes

Letra

Cafeteria de Buenos Aires

Cafetín De Buenos Aires

Desde pequeno eu te olhava de foraDe chiquilín te miraba de afuera
Como aquelas coisas que nunca se alcançamComo a esas cosas que nunca se alcanzan
A cara grudada no vidroLa ñata contra el vidrio
Num azul de frioEn un azul de frío
Que só veio depois, vivendoQue solo fue después, viviendo
Igual ao meuIgual al mío

Como uma escola de todas as coisasComo una escuela de todas las cosas
Já na adolescência você me deu entre assombrosYa de muchacho me diste entre asombros
O cigarroEl cigarrillo
A fé nos meus sonhosLa fe en mis sueños
E uma esperança de amorY una esperanza de amor

Como te esquecer nessa reclamaçãoCómo olvidarte en esta queja
Cafeteria de Buenos AiresCafetín de Buenos Aires
Se você é a única coisa na vidaSi sos lo único en la vida
Que se parece com minha mãeQue se pareció a mi vieja

Na sua mistura milagrosaEn tu mezcla milagrosa
De sabichões e suicidasDe sabihondos y suicidas
Eu aprendi filosofia, dados, jogatinaYo aprendí filosofía, dados, timba
E a poesia cruelY la poesía cruel
De não pensar mais em mimDe no pensar más en mí

Você me deu em ouro um punhado de amigosMe diste en oro un puñado de amigos
Que são os mesmos que animam minhas horasQue son los mismos que alientan mis horas
José, o da quimeraJosé, el de la quimera
Marcial, que ainda acredita e esperaMarcial, que aún cree y espera
E o magro Abel que se foiY el flaco Abel que se nos fue
Mas ainda me guiaPero aún me guía

Sobre suas mesas que nunca perguntamSobre tus mesas que nunca preguntan
Chorei uma tarde o primeiro desenganoLloré una tarde el primer desengaño
Nasci para as penasNací a las penas
Bebi meus anosBebí mis años
E me entreguei sem lutarY me entregué sin luchar

Como te esquecer nessa reclamaçãoCómo olvidarte en esta queja
Cafeteria de Buenos AiresCafetín de Buenos Aires
Se você é a única coisa na vidaSi sos lo único en la vida
Que se parece com minha mãeQue se pareció a mi vieja

Na sua mistura milagrosaEn tu mezcla milagrosa
De sabichões e suicidasDe sabihondos y suicidas
Eu aprendi filosofia, dados, jogatinaYo aprendí filosofía, dados, timba
E a poesia cruelY la poesía cruel
De não pensar mais em mimDe no pensar más en mí
De não pensar mais em mimDe no pensar más en mí

Composição: Mariano Mores / Enrique Santos Discépolo Deluchi. Essa informação está errada? Nos avise.

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