Nena que pena
Nunca pensé que me amaras
Como iba yo a pensarlo
Si cada vez que te hablaba
Te reías tu de mi
Por eso nunca me creí
Cuando amigos me contaban
Que cuando a solas te encontrabas sin mi
Llorabas así
Nena ay¡ caramba, caramba que pena
El amor que yo sentía por ti
Corrió atrás de ti cayo
Nena ay¡ caramba, caramba que pena
Tu mirabas para el cielo feliz
Pero en el suelo estaba yo
Y mi amor no te lo di
Me quede con el muy triste
Hasta que lo vi morir
Cuando con otro te fuiste
Por eso nunca me creí
Cuando amigos me decían
Hay tu sufriendo te veían por mi
Y hoy me toca a mi reír
Nena ay¡ caramba, caramba que pena
Muchas veces te lo dije mujer
Que no fuera mas ingrata
Nena ay¡ caramba, caramba que pena
Disparaste, te fallo y te salió
El tiro por la culata
Hoy tu orgullo ya lo vez
En llanto se han convertido
Le pedías al santo aquel
Y nada te ha concedido
Y mi dignidad ya vez
En canción se convirtió
De que tanto te reías ayer
Si ahora estas peor que yo
Nena ay¡ caramba, caramba que pena
Muchas veces te lo dije mujer
Lo que se debe, se paga
Nena ay¡ caramba, caramba que pena
Que te sirva de experiencia esta vez
Y no vuelvas a ser mala
Menina, que pena
Nunca pensei que você me amaria
Como eu poderia imaginar isso
Se toda vez que eu falava com você
Você ria de mim
Por isso nunca acreditei
Quando os amigos me contavam
Que quando sozinha você estava sem mim
Chorava assim
Menina, ai! caramba, caramba, que pena
O amor que eu sentia por você
Correu atrás de você e caiu
Menina, ai! caramba, caramba, que pena
Você olhava para o céu feliz
Mas no chão eu estava
E meu amor eu não te dei
Fiquei com ele muito triste
Até que o vi morrer
Quando você foi com outro
Por isso nunca acreditei
Quando os amigos me diziam
Ai, te vi sofrendo por mim
E hoje é minha vez de rir
Menina, ai! caramba, caramba, que pena
Muitas vezes eu te disse, mulher
Que não fosse mais ingrata
Menina, ai! caramba, caramba, que pena
Você disparou, falhou e saiu
O tiro saiu pela culatra
Hoje seu orgulho já vê
Em pranto se transformou
Você pedia ao santo lá
E nada te concedeu
E minha dignidade já vê
Em canção se transformou
Do que você tanto ria ontem
Se agora está pior que eu
Menina, ai! caramba, caramba, que pena
Muitas vezes eu te disse, mulher
O que se deve, se paga
Menina, ai! caramba, caramba, que pena
Que isso sirva de experiência dessa vez
E não volte a ser má