
Dias Pandêmicos
Rockaus
Eu acordei às cinco da matina
Sem saber se era noite ou dia
Sonolento o Sol entrava na minha janela
Mas a manhã parece tão sombria
Com estranhos de faces cobertas
Com passos longos, sorrisos escondidos e almas vazias
Multidão desconhecida, o pavor bate à porta
Ninguém sobrevive na cidade, estupidez morta
O labor do dia a dia é o pavor da minha vida
Aprisionado em mim, não posso sair lá fora
Nesta tarde o mundo feneceu
Com nuvens sórdidas pelo céu?
Ponto de encontro nesse findar do dia
Escuridão encontra mentes tortas
E corações em agonia e raiva
Vida com duras lições, pandemia, pandemia
Multidão desconhecida, o pavor bate à porta
Ninguém sobrevive nessa cidade, estupidez que mata
O labor do dia a dia é o pavor de nossas vidas
Soltos de nossos grilhões, nos encontramos lá fora



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Rockaus e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: