Desde El Sur
El sarcasmo de mis dias golpea otra vez,
y en su puo esta la fuerza que espanta lo que es,
por lo que nunca fue...
Si el fin es trascendente, el medio es inminenente,
si el pasado es el presente, el futuro contingente,
si su voz es la de siempre , la nuestra intransigente,
y la musica en mis labios escolta al deber
de lo que debe ser...
Escuchalo esta vez,
no hay tiempo por perder,
los gritos emergentes del dolor.
Te escribo desde el sur distante,
y en su luz la que no debe desaparecer
Que se iluminen los senderos del hacer...
No escuchas? no sentis?
Ya estan aqui ....
Es la corriente que el Erebo exhala al porvenir ...
No escuchas? No sentis?
ya estan aqui...
ya!
Es asi y lo sabes
enfrentar y resistir
al definir nuestra union
es construir el devenir!
Escuchalo esta vez, no hay tiempo que perder
los gritos emergentes del dolor!
Te escribo desde el sur distante
y en su luz ya las palabras pierden el valor
y se funden en la urgencia del hacer!
El sarcasmo de mis dias golpea otra vez
Desde o Sul
O sarcasmo dos meus dias bate de novo,
e em seu punho está a força que assusta o que é,
pelo que nunca foi...
Se o fim é transcendental, o meio é iminente,
se o passado é o presente, o futuro é contingente,
se sua voz é a de sempre, a nossa é intransigente,
e a música nos meus lábios acompanha o dever
do que deve ser...
Escute desta vez,
não há tempo a perder,
os gritos emergentes da dor.
Te escrevo do sul distante,
e em sua luz a que não deve desaparecer
Que se iluminem os caminhos do fazer...
Não escuta? Não sente?
Já estão aqui....
É a corrente que o Érebo exala ao porvir...
Não escuta? Não sente?
Já estão aqui...
já!
É assim e você sabe
enfrentar e resistir
ao definir nossa união
é construir o porvir!
Escute desta vez, não há tempo a perder
os gritos emergentes da dor!
Te escrevo do sul distante
e em sua luz já as palavras perdem o valor
e se fundem na urgência do fazer!
O sarcasmo dos meus dias bate de novo.