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Tradição e alegria regional em “Baile de Chamamé”

“Baile de Chamamé”, de Ronaldo Viola e João Carvalho, destaca o orgulho das tradições do Mato Grosso do Sul e das regiões de fronteira, onde o chamamé é símbolo de identidade cultural. A música vai além de uma simples celebração do amor, valorizando o chamado "amor mato-grossense" e mostrando como a dança e a música unem as pessoas e mantêm vivas as raízes regionais, especialmente pela fusão de influências brasileiras e paraguaias.

A letra transmite um clima festivo e descontraído, como nos versos “Estou de bem com a vida / Dançando com meu amor” e “Canto e danço a noite inteira / É essa a minha paixão”. O personagem se define como “poeta da fronteira” e “amante da serenata”, reforçando sua ligação com a música sertaneja raiz e a tradição de cantar para afastar a solidão. A frase “Não tenho tudo que amo / Mas amo tudo que tenho” expressa uma filosofia de simplicidade e contentamento, típica do universo sertanejo. Já o trecho “Se o amor é proibido / Eu não faço muito empenho” mostra uma postura leve diante das dificuldades amorosas, priorizando o prazer do momento. O refrão e o título reforçam o baile como espaço de encontro, celebração e preservação das raízes culturais.

Composição: Donizete Santos. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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