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Acalma a Tempestade

Rosendo

Amaina tempestad

Sin el consentimiento ni tu voluntad
Colmado el vaso de su propia vacuidad
Mi mano está tendida con autoridad
Al menos una vez, hacerlo a mi manera

A ver si sale bien
Hay que tomar aliento, se puede esperar
De ciento en ciento son pelillos a la mar
Que cada cual respire a su necesidad

Llevarnos a matar, mirarnos el ombligo
Vivir la soledad
No voy a renunciar, no pierdas los estribos
Amaña tempestad

Por defensa o a ultranza, nada que objetar
De chanza en chanza y por cuanto dan, tal
Un hilo de esperanza sin especular
Hay mucho que aprender, rescatar del olvido

Hay cómo y hay porqué
Una regla de tres, yo siempre me he comido
Donde vayan mis pies
Al menos una vez, hacerlo a mi manera

A ver si sale bien
No voy a renunciar, no pierdas los estribos
Amaña tempestad

Acalma a Tempestade

Sem o consentimento nem a sua vontade
O copo transbordou da própria vacuidade
Minha mão está estendida com autoridade
Pelo menos uma vez, fazer do meu jeito

Vamos ver se dá certo
É preciso respirar fundo, dá pra esperar
De cento em cento são só detalhes a se resolver
Que cada um respire conforme sua necessidade

Nos levar a brigar, olhar pro próprio umbigo
Viver na solidão
Não vou desistir, não perca a cabeça
Acalma a tempestade

Por defesa ou a qualquer custo, nada a contestar
De brincadeira em brincadeira e pelo que der, tal
Um fio de esperança sem especular
Tem muito a aprender, resgatar do esquecimento

Tem como e tem porquê
Uma regra de três, eu sempre me ferrei
Pra onde meus pés forem
Pelo menos uma vez, fazer do meu jeito

Vamos ver se dá certo
Não vou desistir, não perca a cabeça
Acalma a tempestade

Composição: Rosendo Mercado