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Angelica (Zamba)

Ruben Alberto Benegas

Letra

Angélica (Zamba)

Angelica (Zamba)

Angélica, quando te nomeioAngélica, cuando te nombro
Me vem à memóriaMe vuelve a la memoria
Um vale, pálida Lua na noite de abrilUn valle, pálida Luna en la noche de abril
E aquele vilarejo de CórdobaY aquel pueblito de Córdoba
Um vale, pálida Lua na noite de abrilUn valle, pálida Luna en la noche de abril
E aquele vilarejo de CórdobaY aquel pueblito de Córdoba

Se uma águia foi teu amorSi un águila fue tu cariño
Pombinha, minha pobre almaPaloma mi pobre alma
Tremendo, meu coração em suas garras sangrouTemblando, mi corazón en tus garras sangró
E você não teve penaY no le tuviste lástima
Tremendo, meu coração em suas garras sangrouTemblando, mi corazón en tus garras sangró
E você não teve penaY no le tuviste lástima

Não vou esquecer quando em Córdoba te viNo olvidaré cuando en tu Córdoba te vi
E teu cravo sob as árvores roubeiY tu clavel bajo los árboles robé
Meus braços foram teu ninho, teu cabelo, a luzMis brazos, fueron tu nido, tu pelo, la luz
Da Lua entre os álamosDe la Luna entre los álamos
Meus braços foram teu ninho, teu cabelo, a luzMis brazos, fueron tu nido, tu pelo, la luz
Da Lua entre os álamosDe la Luna entre los álamos

Teus olhos, se por instantesTus párpados, si por instantes
Te voltam a olhar mansosTe vuelven los ojos mansos
Lembre-se, quando no céu de repente se vêRecuerda, cuando en el cielo de pronto se ve
Que nasce e morre um relâmpagoQue nace y muere un relámpago
Lembre-se, quando no céu de repente se vêRecuerda, cuando en el cielo de pronto se ve
Que nasce e morre um relâmpagoQue nace y muere un relámpago

O lençol, que sobre o chãoLa sábana, que sobre el suelo
Se estende quando a geadaSe tiende cuando la escarcha
Não é branca como a tímida flor da sua peleNo es blanca como la tímida flor de tu piel
Nem fria como suas lágrimasNi fría como tus lágrimas
Não é branca como a tímida flor da sua peleNo es blanca como la tímida flor de tu piel
Nem fria como suas lágrimasNi fría como tus lágrimas

Não vou esquecer quando em Córdoba te viNo olvidaré cuando en tu Córdoba te vi
E teu cravo sob as árvores roubeiY tu clavel bajo los árboles robé
Meus braços foram teu ninho, teu cabelo, a luzMis brazos, fueron tu nido, tu pelo, la luz
Da Lua entre os álamosDe la Luna entre los álamos
Meus braços foram teu ninho, teu cabelo, a luzMis brazos, fueron tu nido, tu pelo, la luz
Da Lua entre os álamosDe la Luna entre los álamos

Composição: Roberto Cambaré. Essa informação está errada? Nos avise.

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