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Rua Estreita (Cueca)

Ruben Alberto Benegas

Calle Angosta (Cueca)

Calle angosta, calle angosta
La de una vereda sola
Yo te canto porque siempre
estarás en mi memoria

Sos la calle más humilde
De mi tierra Mercedina
En los álamos comienzas
Y en el molino terminas

Calle angosta, calle angosta
Si me habran ladrau los chocos
Un tun, tun, ¿quién es? Ya estaba
A dos picos la tonada
Calle angosta, calle angosta
La de una vereda sola

Tradicionales boliches
Don Manuel y los mirandas
Frente cruzando las vias
Don calixto
¡Casi nada!

Cantores de aquel entonces
allí en rueda se juntaban
Y en homenaje de criollos
Siempre lo nuestro cantaban

Rua Estreita (Cueca)

Rua estreita, rua estreita
A de uma calçada só
Eu te canto porque sempre
estarás na minha memória

Você é a rua mais humilde
Da minha terra Mercedina
Nos álamos você começa
E no moinho termina

Rua estreita, rua estreita
Se me roubaram os choclos
Um tum, tum, quem é? Já estava
A dois picos a melodia
Rua estreita, rua estreita
A de uma calçada só

Tradicionais botecos
Seu Manuel e os Miranda
Do outro lado das trilhas
Seu Calixto
Quase nada!

Cantores daquela época
ali em roda se reuniam
E em homenagem aos crioulos
Sempre o nosso cantavam

Composição: José Zavála