Tradução gerada automaticamente

Canción de La Rosa Blanca (Zamba)
Ruben Alberto Benegas
Canção da Rosa Branca (Zamba)
Canción de La Rosa Blanca (Zamba)
Meu velho povoado quando te lembroMi viejo pueblo cuando te recuerdo
E me dá vontade de sonharY me da por soñar
Meus olhos se nublam querendo chorarSe nublan mis ojos queriendo llorar
E a alma sem querer, começa a cantarY el alma sin querer, se me pone a cantar
Então volto, para as paisagens tuasEntonces vuelvo, a los paisajes tuyos
Para suas serras vouA tus sierras me voy
Um gorrion inquieto vem me encontrarMe sale al encuentro, un inquieto gorrion
Que voa sobre um céu, de cardos em florQue vuela sobre un cielo, de cardos en flor
(Refrão)(Vuelta)
A rosa branca do teu nome, mãeLa rosa blanca de tu nombre, madre
Me traz seu aroma, e depois vai emboraMe trae su aroma, y después se va
Meus olhos se nublam, querendo chorarSe nublan mis ojos, queriendo llorar
E a alma sem querer, começa a cantarY el ama sin querer, se me pone a cantar
Cravo do ar, manancial de floresClavel del aire, manatial de flores
Sobre o cinza pedregalSobre el gris pedregal
Verdes trebolares, e lá mais alémVerdes trebolares, y allá más allá
O eco que se zomba ao me ouvir cantarEl eco que se burla al oirme cantar
E já no cume da minha serraY ya en la cumbre de la sierra mía
Onde se ergue uma cruzDonde se alza una cruz
O duende do ar derrama sua luzEl duende del aire derrama su luz
E o verde está mais verde, o azul mais azulY el verde esta más verde, el azul más azul



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