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Milonga Del Solitario (Milonga)

Ruben Alberto Benegas

Letra

Milonga do Solitário (Milonga)

Milonga Del Solitario (Milonga)

Eu gosto, de vez em quandoMe gusta, de vez en cuando
De me perder num bordoneioPerderme en un bordoneo
Porque bordoneando eu vejoPorque bordoneando veo
Que nem eu mesmo me mandoQue ni yo mismo me mando

As cordas vão organizandoLas cuerdas van ordenando
Os rumos do pensamentoLos rumbos del pensamiento
E no trote lentoY en el trotecito lento
De uma milonga campestreDe una milonga campera
Vai saindo campo aforaVa saliendo campo ajuera
O melhor do sentimentoLo mejor del sentimiento

Ninguém deve pensarNinguno debe pensar
Que venho em busca de vingançaQue vengo en son de revancha
Não é minha culpa se na dançaNo es mi culpa si en la cancha
Eu tenho como me destacarTengo con qué galopear

Quem quiser me ganharEl que me quiera ganar
Vai ter que ter um bom parHai' tener buen parejero
Eu vou tirar meu chapéuYo me quitaré el sombrero
Porque assim me ensinaramPorque así me han enseñao
E me dou por bem pagoY me doy por bien pagao
Ficando atrás do primeiroDentrando detrás del primero

Sempre cantei bem baixinhoSiempre bajito he cantao
Porque gritando não me encontroPorque gritando no me hallo
Grito ao montar a cavaloGrito al montar a caballo
Se na vara eu me desequilibroSi en la caña me he bandeao

Mas tentando um versoPero tratando un versiao
Onde se contam as quebrasAnde se cuenten quebrantos
Mal minha voz levantoApenas mi voz levanto
Pra cantar devagarinhoPara cantar despacito
Que quem se solta aos gritosQue el que se larga a los gritos
Não escuta seu próprio cantoNo escucha su propio canto

Se a morte traiçoeiraSi la muerte traicionera
Me apertar em seu ringueMe acogota a su palenque
Façam-me com dois chicotesHáganme con dos rebenques
A cruz pra minha cabeceiraLa cruz pa' mi cabecera
Se eu morrer na minha tocaSi muero en mi madriguera
Olhando os horizontesMirando los horizontes
Não quero cruzes nem apressasNo quiero cruces ni aprontes
Nem encargos pro EternoNi encargos para el Eterno
Talvez passando o invernoTal vez pasando el invierno
Me dê suas flores a serraMe de sus flores el monte

A noite toda eu canteiToda la noche he cantau
Com a alma estremecidaCon el alma estremecida
Que o canto é a ferida abertaQue el canto es la abierta herida
De um sentimento sagradoDe un sentimiento sagrau
Não tenho ninguém ao meu ladoA naides tengo a mi lau
Porque não busco piedadePorque no busco piedad
Desprezo a caridadeDesprecio la caridad
Pela vergonha que encerraPor la vergüenza que encierra
Sou como o leão das serrasSoy como el lión de las sierras
Vivo e morro na solidão!¡Vivo y muero en soledad¡

Composição: Atahualpa Yupanqui. Essa informação está errada? Nos avise.

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