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Um Idiota no Telhado

Rupatrupa

Un idiota en el tejado

Han venido a verme los gorriones
Después de silbarte a ti mis canciones
Y me veo acorralado
En medio de un prado abandonado
Donde no consigo verte

Ando congela'o
Y la noche no me abriga
Este descampa'o
Me ha dejado escarcha en la barriga
Y no te puedo cantar
Se ha acabado la bebida
No tenemos pa' fumar
Que triste la vida

Me he encaramado al tejado de enfrente
Para verte sonreír
Me he tropezado y me he partido los dientes
Y nunca he estado tan feliz
Y aún con la cara ensangrentada
Si se me cruza tu mirar
No creo que haya nada que me pueda derrotar ahora

Eh, eh, eh
D Arriba

Solo espero que mañana amanezca más temprano
Para verte antes y llevarte de la mano
A un lugar lejos de aquí
Donde no nos puedan ver
Donde pueda ser feliz
Y se escuche el mar

Han echa'o la pueda abajo todos los recuerdos
De un patadón han entrado en el salón
Me han inundado hasta el techo
Con esa sensación maravillosa de dormirme en tu pecho
Y no sé cómo sobrevivir
A tanta ternura
Quisiera no tener que partir
Con tanta premura

Que noche tan oscura
La Luna ya se ha ido a dormir
Y yo en las alturas

Me he encaramado al tejado de enfrente
Para verte sonreír
Me he tropezado y me he partido los dientes
Y nunca he estado tan feliz
Y aún con la cara ensangrentada
Si se me cruza tu mirar
No creo que haya nada que me pueda derrotar ahora

No creo que haya nada
Que pueda derrotarme
No creo que haya nada
Que pueda derrotarme ahora
Ahora

Y es que me he fijado
Que has estado todo el tiempo
Sentada a mi lado
Y yo aquí mirando el cielo
Vaya dos idiotas! Enamorados!
Buscando el amor
En otro tejado
En otro tejado

No creo que haya nada
Que pueda derrotarme
No creo que haya nada
Que pueda derrotarme ahora

Um Idiota no Telhado

Vieram me ver os pardais
Depois de te assobiar minhas canções
E me vejo encurralado
No meio de um campo abandonado
Onde não consigo te ver

Tô congelado
E a noite não me aquece
Esse lugar vazio
Me deixou com frio na barriga
E não posso te cantar
Acabou a bebida
Não temos pra fumar
Que vida triste

Subi no telhado da casa da frente
Pra te ver sorrir
Tropecei e quebrei os dentes
E nunca estive tão feliz
E mesmo com a cara ensanguentada
Se seu olhar cruza com o meu
Não acho que haja nada que me derrote agora

Eh, eh, eh
Dá-lhe

Só espero que amanhã amanheça mais cedo
Pra te ver antes e te levar pela mão
Pra um lugar longe daqui
Onde não possam nos ver
Onde eu possa ser feliz
E ouvir o mar

Destruíram todos os recuerdos
Com um chute entraram na sala
Me inundaram até o teto
Com essa sensação maravilhosa de dormir no seu peito
E não sei como sobreviver
A tanta ternura
Queria não ter que partir
Com tanta pressa

Que noite tão escura
A Lua já foi dormir
E eu nas alturas

Subi no telhado da casa da frente
Pra te ver sorrir
Tropecei e quebrei os dentes
E nunca estive tão feliz
E mesmo com a cara ensanguentada
Se seu olhar cruza com o meu
Não acho que haja nada que me derrote agora

Não acho que haja nada
Que possa me derrotar
Não acho que haja nada
Que possa me derrotar agora
Agora

E é que percebi
Que você esteve o tempo todo
Sentada ao meu lado
E eu aqui olhando pro céu
Que dois idiotas! Apaixonados!
Buscando o amor
Em outro telhado
Em outro telhado

Não acho que haja nada
Que possa me derrotar
Não acho que haja nada
Que possa me derrotar agora

Composição: Roberto Ruido