Distress
I don't come to conquer your flesh tonight
O beast!
In whom are the sins of the race, nor to stir
in your foul tresses a mournful tempest
beneath the fatal boredom my kisses pour.
A heavy sleep without those dreams that creep
under curtains alien to remorse, i ask of your bed.
Sleep you can savour after your dark deceits,
you who know more of Nothingness than the dead.
For Vice, gnawing this inborn nobleness of mine
marked me, like you, with its sterility
but shroud-haunted, pale, destroyed, I flee.
While that heart no tooth of any crime
Can wound lives in your breast of stone
Frightened of dying while I sleep alone
Angústia
Não venho conquistar sua carne esta noite
Ó besta!
Em quem estão os pecados da raça, nem para agitar
Em suas madeixas fétidas uma tempestade triste
Sob o tédio fatal que meus beijos despejam.
Um sono pesado sem aqueles sonhos que se arrastam
Sob cortinas alheias ao remorso, eu peço da sua cama.
O sono que você pode saborear após suas traições sombrias,
Você que sabe mais sobre o Nada do que os mortos.
Pois o Vício, roendo essa nobreza inata minha
Me marcou, como a você, com sua esterilidade
Mas, assombrado por mortalhas, pálido, destruído, eu fujo.
Enquanto aquele coração nenhuma dente de crime
Pode ferir vidas em seu peito de pedra
Amedrontado de morrer enquanto durmo sozinho.