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14 de Fevereiro

Sabino

14 de Febrero

Sabino, nena, ¡va!

Te he querido hablar
Pero me quiero tanto
Que me prometí no volverme a fallar
Y aunque fue tu culpa
Juro que te entiendo, pero hay que sanar
Un nudo en la garganta
No me deja respirar

Y la verdad es que
Yo no sé cómo perdonarte
Yo lo intento, pero no me sale
Te abrí la puerta, tú misma la cerraste
Lo que construimos lo mataste

Yo no sé si puedo perdonarte
Yo lo intento, pero no me sale
Te abrí la puerta, tú la cerraste
Lo que construimos lo mataste

¿Cómo quieres que yo crea
Si mentir te sale natural?
Hablas tan bonito
Con palabras que me gustan
Me gustas, pero es que me asusta
Perdonarte pa' seguir así no es propuesta justa

Ojalá que mañana pueda entender
Por qué hoy no te quiero ver
Sí, la verdad que te vayas, me duele
Y la herida no para de arder
Y la neta no sé qué hacer
Esta vez ganar también es perder
Yeh-eh, perder

Eras un pedazo de mí
Con el que me quedé
Lo puse a la venta
Ni la culpa que sientes hará
Que yo de pendejo llegue y me arrepienta

Tengo mil planes, los pensé contigo
Pero sería algo aburrido
Verte la cara con los mismos ojos
Seguir así confundido

Prefiero el mar y no el río
Estuve ciego y perdido
Creyendo que ibas a quedarte
Teniendo lujos o sin efectivo

Prefiero ahogarme dolido
Que naufragando contigo
De algo moriré, pero no quiero hacerlo
Por amores fingidos

Yo no sé cómo perdonarte
Yo lo intento, pero no me sale
Te abrí la puerta, tú misma la cerraste
Lo que construimos lo mataste

Yo no sé si puedo perdonarte
Yo lo intento pero no me sale
Te abrí la puerta, tú la cerraste
Lo que construimos lo mataste

Yo te entregué el corazón entero
Y aunque al final estuvo culero
Yo no te tengo coraje pero
Si la esperanza vive, yo muero

Chingo a mi madre si no te quiero
Es más, siempre estuviste primero
Ya se fueron las nieves de enero
Ya se murió el 14 de febrero

Te he querido hablar

14 de Fevereiro

Sabino, nena, vai!

Eu queria te falar
Mas eu me amo tanto
Que prometi não me decepcionar de novo
E mesmo que tenha sido sua culpa
Juro que te entendo, mas precisamos curar
Um nó na garganta
Não me deixa respirar

E a verdade é que
Eu não sei como te perdoar
Eu tento, mas não consigo
Te abri a porta, você mesma a fechou
O que construímos você destruiu

Eu não sei se posso te perdoar
Eu tento, mas não consigo
Te abri a porta, você a fechou
O que construímos você destruiu

Como você quer que eu acredite
Se mentir é tão natural pra você?
Você fala tão bonito
Com palavras que eu gosto
Eu gosto de você, mas isso me assusta
Te perdoar pra continuar assim não é uma proposta justa

Tomara que amanhã eu consiga entender
Por que hoje eu não quero te ver
Sim, a verdade é que sua partida me dói
E a ferida não para de arder
E a real é que não sei o que fazer
Dessa vez ganhar também é perder
É, perder

Você era um pedaço de mim
Com o qual eu fiquei
Coloquei à venda
Nem a culpa que você sente vai fazer
Com que eu, de otário, chegue e me arrependa

Tenho mil planos, pensei em você
Mas seria algo chato
Ver seu rosto com os mesmos olhos
Continuar assim confuso

Prefiro o mar e não o rio
Estive cego e perdido
Acreditando que você ia ficar
Tendo luxos ou sem grana

Prefiro me afogar na dor
Do que naufragar com você
De algo eu vou morrer, mas não quero fazer isso
Por amores fingidos

Eu não sei como te perdoar
Eu tento, mas não consigo
Te abri a porta, você mesma a fechou
O que construímos você destruiu

Eu não sei se posso te perdoar
Eu tento, mas não consigo
Te abri a porta, você a fechou
O que construímos você destruiu

Eu te entreguei meu coração inteiro
E mesmo que no final tenha sido uma merda
Eu não tenho raiva de você, mas
Se a esperança vive, eu morro

Eu juro que não te quero
Na verdade, você sempre esteve em primeiro
Já se foram as neves de janeiro
Já morreu o 14 de fevereiro

Eu queria te falar

Composição: