Hymn of the Black Monastery
Benedictus in mortem
Gloria infernum
(Blessed in death, glory to the abyss)
Through the cloisters, silence reigns
Chants arise, haunting refrains
Monks of shadow, faces veiled
Through secret hymns, the dark prevails
The censer sways, incense burns
The sacred order forever turns
Benedictus in mortem
Gloria infernum
The sacred texts inscribed in blood
Reveal the path to the eternal flood
The choir echoes through ancient halls
Summoning spirits as darkness calls
In the black monastery's cursed walls
The past and present, shadow enthralls
The veil grows thin as they intone
A hymn to bind the flesh and bone
Ave obscurum, mater umbrarum
Da nobis pacem perpetuam
(Hail darkness, mother of shadows
Grant us eternal peace)
Benedictus aeternum
Gloria infernum
Hino do Mosteiro Negro
Benedictus in mortem
Glória infernal
(Bem-aventurados na morte, glória ao abismo)
Nos claustros, reina o silêncio
Cantos se elevam, refrões assombrosos
Monges das sombras, rostos velados
Por meio de hinos secretos, as trevas prevalecem
O incensário balança, o incenso queima
A ordem sagrada se transforma para sempre
Benedictus in mortem
Glória infernal
Os textos sagrados inscritos com sangue
Revele o caminho para o dilúvio eterno
O coro ecoa pelos salões antigos
Invocando espíritos enquanto a escuridão chama
Nas paredes amaldiçoadas do mosteiro negro
O passado e o presente, a sombra fascina
O véu se torna mais tênue à medida que eles entoam
Um hino para unir a carne e os ossos
Ave obscurum, mater umbrarum
Da nobis pacem perpetuam
(Salve escuridão, mãe das sombras)
Concedei-nos a paz eterna)
Benedictus aeternum
Glória infernal
Composição: Leonardo Alex Vicente