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Resignar-se à Poeira

Sadhara

Resign to Dust

Our mother's wrath inspired, sought
A grand finale from her womb
An infernal tower bleeding hot
Becomes her children's blazing tomb
No angels here to sound their horn
Just the rumble below our feet
No seven plagues to mute the morn'
Only ash that inters concrete

A graven urn our Earth becomes
Shrouded always from thy light
For the winged fiery chorus sung
Announcing the birth of forever night
Alas for Gaia's destiny
She seeks no better company
For that which all life holds true
She succumbs to that very rule

Blanket gray, swallows whole,
Lifeless, shallow, darkened, cold
From ash to ash the sages scribed
From dust we were, from dust we die

Cruelty becomes her winged ways
To shut the light and mute the days
All our ventures succumb to rust
As we the people resign to dust
Darkness falls, monstrosity
Our planet devoured, brutality
The emperor sun, conquered, now lies
For our father's light transpired, denied

From what was once now consumed
A world left entirely entombed
All our years passed in vain
Our past decayed and future slain

Resignar-se à Poeira

A ira de nossa mãe inspirou, buscou
Um grande final de seu ventre
Uma torre infernal sangrando quente
Torna-se o túmulo ardente de seus filhos
Nenhum anjo aqui para tocar sua trombeta
Apenas o estrondo abaixo de nossos pés
Nenhuma praga para silenciar a manhã
Apenas cinzas que enterram o concreto

Uma urna gravada nossa Terra se torna
Sempre envolta em tua luz
Pois o coro alado e flamejante cantou
Anunciando o nascimento da noite eterna
Ai do destino de Gaia
Ela não busca melhor companhia
Pois aquilo que toda vida considera verdadeiro
Ela se submete a essa mesma regra

Cobertor cinza, engole tudo,
Sem vida, raso, escurecido, frio
De cinza a cinza os sábios escreveram
Do pó viemos, do pó morremos

A crueldade se torna suas asas aladas
Para fechar a luz e silenciar os dias
Todos os nossos empreendimentos sucumbem à ferrugem
Enquanto nós, o povo, nos resignamos à poeira
A escuridão cai, monstruosidade
Nosso planeta devorado, brutalidade
O sol imperador, conquistado, agora jaz
Pois a luz de nosso pai expirou, negada

Do que uma vez foi agora consumido
Um mundo deixado totalmente sepultado
Todos os nossos anos passaram em vão
Nosso passado apodreceu e o futuro foi assassinado

Composição: