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Kör Savaşçı

Sagopa Kajmer

Letra

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Kör Savaşçı

sagopa:
ben uyku dolu bu gözlerimle baktım ahalime ve kelime topladım çuvalla bendime, sınırda çattım halime, savaştım kör savaşçı arenasında kendime sataştı sözlerim aleyhime, hep arbede!... solar bu güller, anısı geride tek dikenle anılır. rehine tebessüm eden azaplar oldu, kezzap içti intihar çocuklarım, zamanda yorulan elvedalarım. pes etti, öldürüldü tüm devalarım. ey rapin oğlu!... gözlerinde yaş düellosu ve kötürüm oldu ince ruhlar ordusu, son arzusunda anlaşıldı ölümün korkusu, tuhaf kokusu sardı, bedenim cellat yolcusu 'yok' olgusu. sükut lütfu dileyen elleri,telaşla açılıverdi göklere, panik içinde koşar adımla kaçışıyordu tüm dualarım derinlere, bense dipte boğuluyordum, tek savaşıyordum en derinde. arenasında kör savaşçı ellerinde yok silah, siyah karanlık ortasında savaşıyor,zor!...

mista brown:
i hate the way you look at me
just like the little piece of thrash
under the carpet
ready to tear the heartbeat
i'm broken
living bad luck, i'm always dirty
not in the mind but in the soul!
always ready to go
to the street with no name
save me from this bad game
my life's been lame
turning the wheels on the bus round and round
reflection in the mirror makes me sick
days gone by like mad
filling the space with things i've never had
anxiety and stress
ran out of pain with nothing to gain i'm slain
the mental institute is....full of guys like me and mic
hit the light and say goodnight
can't take the strife uh....
notebooks filled with fright
killing the pens with all the presence on the pad
sad, i never got the math!

Guerreiro Cego

sagopa:
eu olhei para o povo com esses olhos cheios de sono e juntei palavras como se fossem sacos, me deparei com meu destino, lutei na arena do guerreiro cego, provocando a mim mesmo com palavras que me atacavam, sempre em confusão!... essas rosas murcham, e a memória fica com apenas um espinho. sorrisos de tortura se tornaram reféns, os filhos que beberam veneno, minhas despedidas cansadas no tempo. desisti, todas as minhas curas foram mortas. ei, filho do rap!... nos seus olhos, um duelo de lágrimas e as almas delicadas se tornaram aleijadas, na última vontade, o medo da morte foi compreendido, um cheiro estranho me envolveu, meu corpo é um viajante do carrasco, a ideia de 'não' se espalhou. as mãos que pedem a graça do silêncio, abriram-se apressadamente para os céus, em pânico, todas as minhas orações corriam para as profundezas, enquanto eu me afundava, lutando sozinho nas profundezas. na arena do guerreiro cego, não há armas em suas mãos, ele luta no meio da escuridão, é difícil!...
mista brown:
eu odeio a forma como você me olha
como se eu fosse um pedaço de lixo
embaixo do tapete
pronto para rasgar o coração
estou quebrado
vivendo a má sorte, sempre sujo
não na mente, mas na alma!
sempre pronto para ir
para a rua sem nome
me salve desse jogo ruim
minha vida tem sido uma droga
fazendo as rodas do ônibus girarem sem parar
reflexo no espelho me deixa enjoado
dias passando como loucos
preenchendo o espaço com coisas que nunca tive
ansiedade e estresse
sem dor e sem ganho, estou acabado
o instituto mental está... cheio de caras como eu e mic
acenda a luz e diga boa noite
não aguento mais a luta uh....
cadernos cheios de medo
matando as canetas com toda a presença no papel
triste, eu nunca entendi a matemática!




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