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A Montanha das Almas

Salduie

El Monte de Las Ánimas

¡Demos la vuelta! Gritaba la gente
En aquel tenebroso lugar

Es día de todos los santos
Y la noche ya está al llegar

Dentro de poco en la torre
Las campanas comenzarán a doblar
Corred, ¡vamos pronto! No perdáis más tiempo
Mañana otra vez será todo igual

Todos comienzan deprisa y con miedo
La vuelta atrás, no deben tentar
Pero Beatriz, que ignoraba la historia
Pregunta Alonso que qué va a pasar

Alonso, extrañado, responde nervioso
¿Tú qué sabrás? ¡Debemos bajar!
Eres de muy lejos, no comprendes nada
Mientras marchamos te voy a contar

En el monte de las Ánimas
Los espíritus ya se levantan
En el monte de las ánimas
Esta noche el lobo aullará

¡Vaeliko!

Fauces Fieras Entreabiertas
Espuma, Sangre, Unidas Bestias
Acechando entre la niebla
Devorarán a los muertos
De la Guerra

En el monte de las Ánimas
Los espíritus ya se levantan
En el monte de las Ánimas
Esta noche la sangre será derramada

En el monte de las Ánimas
Hubo una guerra lejana
Gritos, llantos y matanzas
Se ahogaron en sus tierras

Desde entonces ese día
Cada año se repite
Y las almas fallecidas
Cobran vida
¡Cobran vida!
¡De venganza!

Se acercan los espectros
Caminan hoy los muertos

Al llegar a casa y discutir
Beatriz no para de reír
Pero mi banda ¿Dónde está?
¡Oh, no! La he perdido allí

Alonso deberás marchar al
Monte De las Ánimas
Por favor, tienes que encontrar
La banda de color azul

El fiel
Se siente humillado
Tentación, su cuerpo está helado
Por un momento dejó de vivir
Pero valiente se dispone a partir

Después de diez horas
Alonso no vuelve
Beatriz dislocada
Ya llega la aurora
Abrió la ventana
Y ¿cuál fue su suerte?
Su banda sangrienta
Estaba yacente

Un día contó un hombre
Antes de morir
Que del monte maldito
Él no pudo salir
Y que en la media noche
Se podían oír
Los gemidos profundos
Del alma de Beatriz
Que lloraba dislocada de dolor
En la tumba de Alonso
Esperando su perdón

A Montanha das Almas

¡Vamos dar a volta! Gritava a galera
Naquele lugar tenebroso

É dia de todos os santos
E a noite já tá pra chegar

Dentro de pouco na torre
As campanas vão começar a tocar
Corre, vamos logo! Não percam mais tempo
Amanhã vai ser tudo igual de novo

Todo mundo começa rápido e com medo
Não devem tentar voltar atrás
Mas Beatriz, que não sabia da história
Pergunta a Alonso o que vai acontecer

Alonso, surpreso, responde nervoso
O que você sabe? Temos que descer!
Você é de muito longe, não entende nada
Enquanto andamos, vou te contar

Na montanha das almas
Os espíritos já se levantam
Na montanha das almas
Essa noite o lobo vai uivar

¡Vaeliko!

Fauces Fieras Entreabiertas
Espuma, Sangue, Bestas Unidas
Escondidas entre a névoa
Vão devorar os mortos
Da Guerra

Na montanha das almas
Os espíritos já se levantam
Na montanha das almas
Essa noite o sangue vai ser derramado

Na montanha das almas
Houve uma guerra distante
Gritos, choros e matanças
Se afogaram em suas terras

Desde então esse dia
Se repete todo ano
E as almas falecidas
Ganham vida
Ganham vida!
De vingança!

Os espectros se aproximam
Os mortos caminham hoje

Ao chegar em casa e discutir
Beatriz não para de rir
Mas minha faixa, onde está?
Oh, não! Eu perdi lá

Alonso, você deve ir ao
Monte das Almas
Por favor, você tem que encontrar
A faixa de cor azul

O fiel
Se sente humilhado
Tentação, seu corpo tá gelado
Por um momento parou de viver
Mas valente se prepara pra partir

Depois de dez horas
Alonso não volta
Beatriz desolada
Já chega a aurora
Abriu a janela
E qual foi sua sorte?
Sua faixa ensanguentada
Estava caída

Um dia um homem contou
Antes de morrer
Que da montanha maldita
Ele não conseguiu sair
E que à meia-noite
Podia-se ouvir
Os gemidos profundos
Da alma de Beatriz
Que chorava desolada de dor
Na tumba de Alonso
Esperando seu perdão

Composição: Narciso Lara Marquez / Saurom Lamderth