Riding The Fence
We live our lives within the grey ambiguity
Never hold fast to one way such agility
This step is wrong this move is right
Making no choice and no sense
Too scared to move yet too proud to stand still
We're fettered while riding the fence
Riding the fence
Safe in the arms of neutrality
Riding the fence
Never to show partiality
Riding the face
Running away from reality
Riding the fence becomes our best defense for our fears
We seek the safety of the swarm anonymity
Convenience cowardice conform such integrity
Like pacifist soldiers or blood-thirsty doves
Our lives are only pretense
Never concerned with just whose side we're on
We're carefree and riding the fence
And in a final shallow sigh pensive pondering
Nagging questions tacit cries winter wondering
Who were we to all the people we touched?
Did we make a difference?
And were we numbered with those who stood proud?
Or were we riding the fence?
Cavalgando a Cerca
Vivemos nossas vidas na ambiguidade cinza
Nunca nos prendemos a um jeito, com tanta agilidade
Esse passo tá errado, esse movimento tá certo
Sem fazer escolha e sem sentido
Com medo de agir, mas orgulhosos demais pra ficar parados
Estamos presos enquanto cavalgamos a cerca
Cavalgando a cerca
Seguros nos braços da neutralidade
Cavalgando a cerca
Nunca mostrando parcialidade
Cavalgando a cerca
Fugindo da realidade
Cavalgando a cerca se torna nossa melhor defesa para nossos medos
Buscamos a segurança do anonimato da multidão
Conveniente covardia conforma tal integridade
Como soldados pacifistas ou pombas sedentas de sangue
Nossas vidas são só uma farsa
Nunca preocupados com de que lado estamos
Estamos despreocupados e cavalgando a cerca
E em um último suspiro raso, pensativo e reflexivo
Perguntas insistentes, gritos tácitos, invernos de dúvida
Quem éramos para todas as pessoas que tocamos?
Fizemos alguma diferença?
E estávamos contados entre aqueles que se orgulhavam?
Ou estávamos cavalgando a cerca?